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óleo lubrificante usado, aquele que escurece depois de rodar no motor, também pode voltar ao mercado como parte de um novo produto
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No Benê Autos TV , o destaque é a economia circular no setor automotivo. Depois de mostrar como peças e componentes de carros em final de vida podem retornar ao mercado, o programa apresenta outro exemplo: o óleo lubrificante usado, aquele que escurece depois de rodar no motor, também pode voltar ao mercado como parte de um novo lubrificante. Além disso, o programa mostra uma mudança na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas de veículos elétricos e alguns híbridos e apresenta um novo SUV médio que chega ao mercado brasileiro com versão híbrida e preços a partir de R$ 144.990.
Um óleo lubrificante que já rodou milhares de quilômetros dentro de um motor pode retornar ao mercado praticamente como novo. Esse é um dos exemplos do trabalho realizado pela Lwart Soluções Ambientais, especializada na coleta e no chamado rerrefino do óleo lubrificante usado ou contaminado, conhecido pela sigla OLUC.
Depois de coletado em oficinas, concessionárias, indústrias e outros pontos geradores, o óleo segue para a unidade da empresa em Lençóis Paulista, no interior de São Paulo.
No local, o material passa por um processo industrial que retira água, impurezas e contaminantes e recupera a parte nobre do produto.
O resultado é um óleo básico refinado de alta qualidade, que volta a ser matéria-prima para a fabricação de novos lubrificantes.
Dessa forma, em vez de ser descartado após o uso, o óleo pode retornar à cadeia produtiva e começar um novo ciclo.
A Lwart também integra a cadeia de economia circular de autopeças da Stellantis. Em parceria com a Motul, o óleo lubrificante usado proveniente de operações da Circular é destinado ao rerrefino. Parte desse material retorna como matéria-prima para novos lubrificantes.
Outra mudança envolve os motoristas que dirigem modelos elétricos e alguns eletrificados. Desde a semana passada, quem tem a categoria B da CNH pode conduzir veículos elétricos e alguns híbridos com peso bruto total acima dos 4.250 kg.
Até então, a categoria B tinha como regra o limite de 3.500 kg. Acima desse peso, era necessária a habilitação na categoria C.
A nova legislação criou uma exceção de 750 kg para veículos elétricos e híbridos com tração 100% elétrica. Para os modelos a combustão, o limite continua em 3.500 kg.
A mudança foi aplicada principalmente para compensar o peso das baterias dos novos carros, que podem acrescentar centenas de quilos ao veículo, dependendo do tipo.
Outro ponto é que os 4.250 kg correspondem ao Peso Bruto Total (PBT), e não apenas ao peso do veículo vazio. Nessa conta entram, além do peso do próprio veículo, a capacidade prevista para levar passageiros e carga.
A alteração também pode ajudar algumas grandes marcas que já confirmaram novos SUVs grandes e pesados para o mercado brasileiro.
Para quem está de olho em um SUV médio, a novidade da semana chega às concessionárias da Caoa Changan. O SUV CS55 entra em um segmento no qual modelos mais tradicionais já sentem o peso da idade, principalmente em pontos como conectividade, tecnologias de assistência ao motorista e eletrificação.
O Caoa Changan chega em três versões, com preços promocionais a partir de R$ 144.990.
As versões Prime e Infinity usam motor 1.5 turbo flex de 180 cavalos, com câmbio de dupla embreagem de sete marchas.
O modelo conta com tecnologia, espaço e equipamentos, além de porta-malas de 525 litros e central multimídia de 14,6 polegadas. Nas versões superiores, também oferece um pacote de assistências à condução.
O SUV é produzido no Brasil.
Outra novidade é a versão Ultra Hybrid, que estreia o primeiro sistema híbrido plug-in flex da Changan no mundo. O conjunto tem 286 cavalos e autonomia combinada que pode superar os 1.200 quilômetros.
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