Mãe e duas filhas morreram após carro sair da pista e atingir uma árvore na BR-369, no Paraná; outras duas pessoas ficaram feridas.
Servidora estava afastada das funções, era investigada pela Polícia Civil e respondia a procedimento administrativo após denúncias de agressões contra crianças
Foto: Reprodução / Google Street View
Mãe e duas filhas morreram após carro sair da pista e atingir uma árvore na BR-369, no Paraná; outras duas pessoas ficaram feridas.
Vítima foi localizada na canaleta de drenagem da rodovia e caso é investigado pela Polícia Civil
Investigado foi localizado no Jardim Ipiranga. Crime ocorreu em abril e, segundo a Polícia Civil, teria sido motivado por desentendimentos anteriores entre autor e vítima
Proprietário encontrou aves e um cabrito mortos com sinais incomuns de violência; Polícia Civil pediu perícia para apurar o caso.
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A funcionária da Escola Municipal de Educação Infantil Integral Vicentina Salvador Reginato, em Cerquilho, investigada por suspeita de agredir crianças, foi encontrada morta na madrugada desta quarta-feira (1º). Segundo o boletim de ocorrência, o marido a encontrou sem vida na residência.
Na semana passada, a Prefeitura de Cerquilho recebeu um relatório da Secretaria Municipal de Educação sobre a conduta da servidora. Em seguida, acionou o Conselho Tutelar, registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil e entregou imagens que embasam a investigação. A Polícia Civil instaurou um inquérito, e o pedido de prisão preventiva aguardava decisão da Justiça. Além disso, a Prefeitura afastou a funcionária das atividades com crianças e abriu um procedimento administrativo.
Segundo o município, os órgãos competentes identificam as possíveis vítimas e analisam cada caso. Por isso, a Prefeitura não divulga informações que possam identificar os menores, em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ao mesmo tempo, a Secretaria Municipal de Educação mantém contato com as famílias e oferece atendimento e orientação.
Uma das mães ouvidas pela Polícia Civil afirmou que a filha, de seis meses, sofreu uma das agressões no dia 22. No entanto, ela disse que só recebeu a informação da delegacia no dia 29. A mãe relatou que assistiu às imagens e afirmou que a bebê foi empurrada, bateu a cabeça no chão e teve o rosto coberto com uma naninha. Depois disso, decidiu retirar a criança da unidade.
A Prefeitura informou que não recebeu denúncias formais nem reclamações anteriores sobre a conduta da servidora. Ainda assim, reafirmou o compromisso com a proteção das crianças e com a apuração dos fatos. A Polícia Civil informou que continuará investigando as denúncias de agressão.
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