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Cidade aposta em estratégia biológica e reforça vacinação e participação da população na prevenção
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“Se não pode vencê-los, junte-se a eles.” O ditado popular resume a estratégia que está dentro das caixinhas espalhadas por Tatuí. O município usa o “Aedes do Bem” como forma de combater a dengue. O projeto introduz na natureza um mosquito geneticamente modificado para reduzir a população do Aedes aegypti transmissor da doença.
Soltar mais mosquitos pode até parecer uma má ideia. No entanto, a arma biológica oferece segurança e, principalmente, eficácia no combate à dengue.
A secretária de Saúde, Fabiana de Cássia Saraiva, explica o que é o Aedes do Bem e como funcionam os mosquitos geneticamente modificados na estratégia adotada pelo município.
Ao todo, a cidade conta com 90 caixinhas distribuídas em diferentes pontos. Após a instalação, os insetos levam 15 dias para nascer.
A população pode acessar informações sobre a ação por meio de um QR Code disponível ao lado das caixas.
No ano passado, Tatuí registrou mais de três mil casos confirmados de dengue e uma morte. O número não representa o maior já registrado na cidade. Em 2021, o município enfrentou uma epidemia da arbovirose. Ainda assim, os dados recentes acenderam o alerta e levaram à intensificação das ações.
Nessa guerra do mosquito do bem contra os mosquitos do mal, a população exerce papel fundamental. Toni Ogata também fala sobre a vacinação como aliada na prevenção.
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