Competição dá vaga para o campeonato nacional
Inquérito policial do caso começou em 2015
Foto: magnific.com
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Caso aconteceu na madrugada deste sábado (17)
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Um homem que atuou como falso médico e foi responsável pela morte de uma paciente, em Tatuí, teve sua condenação mantida pela Justiça por homicídio culposo e uso de documento falso.
As penas totalizam dois anos de reclusão e um ano de detenção, em regime semiaberto, substituídas por duas restritivas de direitos, consistentes em limitação de atividades nos fins de semana e pagamento de R$ 40 mil aos herdeiros da vítima. Em caso de descumprimento, deve ser paga indenização de mesmo valor aos familiares, por danos morais.
O condenado é formado em Medicina na Bolívia, seu país natal, porém não buscou a validação do diploma no Brasil e exerceu a profissão ilegalmente. Utilizando-se do documento de outro médico, ele foi contratado como plantonista em um hospital de Tatuí.
Na ocasião, que teve o inquérito policial iniciado em 2015, ele atendeu à uma paciente soropositiva para HIV. Por falta de conhecimento técnico, o falso médico foi negligente no atendimento e a mulher morreu dias depois.
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