Pequeno humanoide usa inteligência artificial para conversar, reconhecer objetos e lembrar compromissos
Os suspeitos fingiam ser funcionários de bancos para entrar em contato com clientes e induzi-los a realizar transferências via Pix.
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Ex-diretor terá de devolver cerca de R$ 93 milhões por investimentos
Paralisação começou às 12h desta quinta-feira (22), empresa alegou falta de repasse da Prefeitura, que informou ter iniciado os pagamentos
Em nota publicada nas redes sociais, a empresa informou que encerrou as atividades após enfrentar uma crise financeira e esgotar os recursos para manter o negócio.
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Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) desmantelaram uma falsa central de golpes instalada em um sítio na área central de Porangaba, no interior de São Paulo. A ação ocorreu na última quinta-feira (6) e resultou na prisão de nove pessoas – sete homens e duas mulheres, com idades entre 18 e 38 anos.
Durante a operação, as equipes apreenderam três veículos, dez notebooks, doze celulares e diversos fones de ouvido com microfones. Os suspeitos fingiam ser funcionários de bancos para entrar em contato com clientes e induzi-los a realizar transferências via Pix.
Investigação e flagrante
A investigação teve início após a polícia receber informações de que criminosos envolvidos com roubo e furto a bancos estariam usando o local para reuniões. No momento da abordagem, um dos suspeitos abriu a porta e, ao perceber a presença dos policiais, tentou alertar os demais, mas foi capturado.
Dentro da casa, nove pessoas foram presas em flagrante, enquanto outros dois suspeitos conseguiram fugir por uma área de mata. No momento da ação, os criminosos estavam em plena atividade e deixaram os notebooks ligados, o que permitiu à polícia identificar planilhas com nomes e dados bancários das vítimas.
Histórico criminal
O líder da quadrilha já havia sido preso em 2018 durante uma operação da Polícia Federal contra fraudes bancárias. Outros três criminosos também possuíam antecedentes por crimes como estelionato, receptação, porte ilegal de arma, corrupção de menores e associação criminosa. Além disso, uma das mulheres era procurada pela Justiça.
Os suspeitos foram levados à 5ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), do Deic, onde permaneceram detidos. O caso foi registrado como estelionato, associação criminosa, localização e apreensão de objeto e veículo e captura de procurado.
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