Segundo a Guarda Municipal, suspeito foi localizado após denúncia no Centro e resistiu à abordagem
Audiência pública trata atraso da Anvisa na análise do medicamento Elevidys
Foto: Câmara dos Deputados
Segundo a Guarda Municipal, suspeito foi localizado após denúncia no Centro e resistiu à abordagem
O suspeito apresentava sinais de embriaguez no momento da ocorrência
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Nathalia Jordão, mãe do menino Arthur, portador da Distrofia Muscular de Duchenne, participou da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados, realizada nesta terça-feira (16). A audiência pública se dá para discutir o atraso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na análise do medicamento Elevidys.
O debate foi solicitado pelo deputado Max Lemos (União-RJ) e ocorreu no plenário 13 da Câmara dos Deputados, em Brasília.
No Brasil, o uso do Elevidys foi autorizado para o tratamento da Distrofia Muscular de Duchenne em pacientes com capacidade de locomoção, com idade entre 4 e 7 anos. Porém, em julho de 2025, a Anvisa suspendeu temporariamente a venda e o uso da medicação após a morte de três pessoas em outros países.
Atualmente, a agência avalia as informações complementares apresentadas pelo laboratório Roche, responsável pelo registro do produto no país.
Enquanto aguardam uma decisão, famílias de pacientes com a doença continuam mobilizadas para que o medicamento volte a ser utilizado no Brasil e seja disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Arthur Jordão Lara tem seis anos e luta para conseguir acesso ao medicamento que pode interromper o avanço da Distrofia Muscular de Duchenne, doença genética e incapacitante que causa degeneração progressiva dos músculos e ainda não tem cura. Ele completa 7 anos no dia 30 de junho e o medicamento é indicado somente para crianças com menos de 8 anos de idade.
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