Evento chegou à 12ª edição e permitiu ao público conhecer instalações, equipamentos, atividades militares e o museu histórico do quartel
O réu passou por júri popular, que decidiu pela condenação. A sentença definiu 18 anos e 8 meses pela tentativa de feminicídio e 2 anos, 8 meses e 20 dias pela lesão corporal. Bruno não poderá recorrer em liberdade.
Imagem: Guarda Civil Municipal de Itu
Evento chegou à 12ª edição e permitiu ao público conhecer instalações, equipamentos, atividades militares e o museu histórico do quartel
Ato ocorreu durante o fim de semana e reuniu moradores, profissionais e defensores da causa animal após início da preparação para a transferência do elefante
Transferência começou no domingo (13), após queda ocorrida na madrugada de sábado (12); um cão ainda está desaparecido
Pequenas atitudes ajudam a impedir o fogo e colocam todo mundo na linha de frente da prevenção
Continua após anúncio
Quase um ano após o crime, a Justiça condenou Bruno Neres Francisco a 21 anos, 4 meses e 20 dias de prisão, em regime inicial fechado, por tentativa de feminicídio qualificado contra a ex-companheira, Maria Laura da Costa, e por lesão corporal contra a mãe dela, Maria Lúcia da Costa.
O réu passou por júri popular, que decidiu pela condenação. A sentença definiu 18 anos e 8 meses pela tentativa de feminicídio e 2 anos, 8 meses e 20 dias pela lesão corporal. Bruno não poderá recorrer em liberdade.
O crime ocorreu em 25 de novembro de 2024, em Itu. Bruno e Maria Laura tinham um relacionamento, e ela estava grávida dele. Um dia antes, os dois teriam discutido por causa do uso de drogas por parte do acusado. Após o desentendimento, Maria Laura trancou o portão para impedir que ele retornasse à casa.
No dia seguinte, Bruno voltou ao local e foi impedido de entrar no imóvel. Ele então invadiu a residência e iniciou as agressões contra a companheira, puxando-a pelos cabelos e desferindo socos e chutes. Ele também derrubou a vítima e pisou na cabeça e no abdômen da gestante.
As agressões foram presenciadas pela mãe da vítima, que tentou ajudar a filha e também acabou sendo agredida. Os ataques só cessaram quando um homem que passava pela rua viu a situação e interveio, fazendo com que o agressor fugisse.
O Ministério Público apontou qualificadoras como motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima, violência doméstica, crime cometido durante a gestação e a presença de ascendente da vítima.
Veja mais notícias no nosso Instagram.
Siga nosso canal para receber as notícias no seu WhatsApp.
Envie sugestão de reportagem pelo WhatsApp do Jornalismo.
Notícias recentes.
Evento chegou à 12ª edição e permitiu ao público conhecer instalações, equipamentos, atividades militares e o museu histórico do quartel
Polícia encontrou 67 tijolos da droga nas bagagens de dois passageiros durante abordagem
Equipes do DER estão no local para remoção da rocha, mas a orientação é que motoristas evitem a estrada pois há riscos de novos deslizamentos e alagamento da pista
Produtos de origem estrangeira estavam em um carro abordado
Rede estadual terá atividades suspensas em Sorocaba, Itapeva e outras regiões; prefeituras também cancelaram aulas nesta sexta-feira (11)
Receba notícias no seu celular
0 comentários