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Questionada, a Prefeitura informou que ainda não recebeu oficialmente o requerimento mencionado pelos vereadores.
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Vereadores de Sorocaba cobram a Prefeitura após denúncias de atrasos no pagamento de instituições e entidades que prestam serviços ao município na área da Saúde. Os valores pendentes somam cerca de R$ 50 milhões, segundo informações recebidas pelo Legislativo. Um dos parlamentares já protocolou um requerimento para pedir explicações formais sobre a situação.
Questionada, a Prefeitura informou que ainda não recebeu oficialmente o requerimento mencionado pelos vereadores. O Executivo declarou que vai analisar e responder ao documento dentro do prazo legal assim que ele chegar pelos canais institucionais.
A administração também garantiu que todos os serviços de saúde continuam funcionando normalmente, sem prejuízo aos usuários. Segundo a nota, o prefeito Fernando Martins da Costa Neto determinou uma revisão completa de contratos, convênios e repasses desde o início do mandato, incluindo os da Saúde, para garantir “transparência, regularidade e eficiência no uso dos recursos públicos”.
O Executivo afirmou que os pagamentos estão sendo feitos “de forma responsável e dentro dos trâmites legais”, com ajustes e eventuais divergências tratadas diretamente com cada instituição, sem risco de interrupção dos atendimentos.
A reportagem também procurou as instituições de saúde que mantêm contratos com Sorocaba.
O Hospital Santa Lucinda informou que não irá se manifestar publicamente sobre a questão e que confia nos poderes Executivo e Legislativo para discutir os temas relacionados à gestão da saúde municipal.
O GPACI confirmou que seu principal convênio com a Prefeitura apresenta atrasos que somam cerca de R$ 13 milhões, referentes a repasses de fonte municipal.
A direção relatou que se reuniu com o prefeito em exercício e com as secretarias de Governo e Saúde no dia 4 de dezembro de 2025. Segundo o hospital, a Prefeitura se comprometeu a organizar um cronograma de pagamentos semanais para reduzir gradualmente o valor devido.
Mesmo com o cenário de atraso, o GPACI afirmou que nenhum atendimento foi interrompido e que a instituição opera com mais de 90% de ocupação. O hospital reforçou o compromisso com a continuidade e qualidade da assistência prestada.
A Santa Casa informou que a Prefeitura vem pagando os serviços de forma parcelada e contínua, após a prestação do atendimento. A instituição confirmou atrasos também nos repasses referentes à UPA Éden e à UPH Zona Leste, unidades administradas pela irmandade. Assim como nos demais contratos, os valores pendentes estão sendo quitados de maneira parcelada.
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