Profissão envolve recuperação de veículos, conhecimento de ferramentas e capacitação prática para atuar no mercado automotivo.
Viagem até a Chapada dos Guimarães deve durar cerca de dois dias e meio e terá monitoramento contínuo do elefante.
Foto: Divulgação / Prefeitura de Sorocaba
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O elefante Sandro está sendo transportado do Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba, até o Santuário de Elefantes Brasil, na Chapada dos Guimarães (MT), em um percurso de aproximadamente 1.615 quilômetros. A viagem deve durar cerca de dois dias e meio, mas o tempo poderá mudar conforme as condições da estrada, do clima e, principalmente, das necessidades do animal.
Depois de ser colocado na caixa de transporte, Sandro segue em um caminhão equipado com uma prancha especial. A estrutura foi feita para transportar um elefante desse porte e pesa cerca de 10 toneladas. A caixa tem aproximadamente cinco metros de comprimento, 3,5 metros de altura e 2,5 metros de largura.
Durante o trajeto, profissionais do Santurário acompanham a viagem. Sandro também é monitorado por câmeras instaladas dentro da caixa. Dessa forma, eles acompanham o comportamento do animal ao longo do deslocamento e identificar qualquer necessidade durante o percurso.
O planejamento avalia as condições climáticas e possíveis mudanças durante a viagem. Se necessário, a equipe poderá fazer ajustes no percurso para garantir a segurança e o bem-estar de Sandro.
Segundo o Santuário de Elefantes Brasil, o caminhão conta com escolta das polícias Militar Rodoviária e Rodoviária Federal durante o trajeto. Como cada força atua dentro de uma determinada jurisdição, o acompanhamento é feito de forma integrada.
Depois de deixar o Zoológico de Sorocaba, o veículo foi acompanhado por equipes do 7º BPM/I até o acesso à Rodovia Raposo Tavares. A partir desse ponto, policiais do 5º Batalhão de Polícia Militar Rodoviária assumem a escolta e acompanham o caminhão até a entrada em uma rodovia de jurisdição federal. Na sequência, a Polícia Rodoviária Federal passa a fazer o acompanhamento até o destino final, em Mato Grosso.
Ao longo do caminho, o caminhão que transporta a caixa, fará paradas para que o elefante possa descansar, se alimentar e ser monitorado pela equipe.
A transferência começou a ser preparada cinco dias antes da saída de Sorocaba. A caixa foi posicionada próxima ao recinto e Sandro passou a ter contato voluntário com a estrutura.
O elefante entrou espontaneamente na caixa poucos minutos depois de vê-la. Durante a primeira noite de monitoramento, foram registradas mais de 12 entradas. Ele também entrou de frente e de costas, saiu por diferentes lados e atravessou completamente a caixa.
Nos dias seguintes, Sandro continuou entrando e saindo voluntariamente da caixa. Quatro câmeras foram instaladas dentro da estrutura, além de outros equipamentos distribuídos pelo recinto. Assim, a equipe conseguiu observar o comportamento do elefante inclusive durante a madrugada.
No fim da viagem, Sandro será levado ao Santuário de Elefantes Brasil, na Chapada dos Guimarães. O local recebe elefantes que passaram parte da vida em cativeiro e oferece uma área destinada à adaptação e ao acompanhamento individual dos animais.
Segundo o Santuário de Elefantes Brasil, cada animal tem uma história e necessidades específicas. A entidade afirma que casos como os de Sandro e Mason ampliam o debate sobre as condições oferecidas aos elefantes mantidos em cativeiro e sobre alternativas voltadas ao bem-estar e à expressão de comportamentos naturais.
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