A interdição ocorrerá no km 12, sentido Capital, que dá acesso ao km 78 da Castello Branco
Mobilização em uma escola arrecadou mais de R$ 8 mil para a compra de um aparelho auditivo. Alunos também aprenderam Libras para ampliar a comunicação.
A interdição ocorrerá no km 12, sentido Capital, que dá acesso ao km 78 da Castello Branco
Fiscalização encontrou 12 acolhidos e condições consideradas insalubres em uma fazenda no bairro Marmeleiro
Novos recursos permitem que eleitores com deficiência visual realizem a votação com mais autonomia, privacidade e segurança.
Mais de 300 casas foram atingidas desde as fortes chuvas de 20 de setembro; quatro pessoas continuam em abrigo temporário.
Continua após anúncio
Uma mobilização dentro de uma escola de Votorantim ajudou Gabrielly Yasmin Costa a realizar um sonho: ouvir os sons ao seu redor com o auxílio de um aparelho auditivo. Para isso, professores e estudantes se uniram e arrecadaram mais de R$ 8 mil para viabilizar a compra do equipamento.
Além da arrecadação, a campanha também incentivou a inclusão dentro da sala de aula. Nesse processo, os colegas de Gabrielly aprenderam Língua Brasileira de Sinais (Libras) para melhorar a comunicação com a estudante.
A mobilização ganhou força após uma consulta médica que reforçou a importância do aparelho auditivo para Gabrielly. A partir disso, professores e alunos decidiram organizar uma campanha para conseguir os recursos necessários.
Enquanto arrecadavam o dinheiro, os estudantes também passaram a aprender novos sinais. Dessa forma, a iniciativa foi além da ajuda financeira e criou novas possibilidades de comunicação dentro da escola.
Com isso, a mudança também chegou à rotina escolar. Os estudantes passaram a encontrar novas formas de interagir com Gabrielly e participar das atividades ao lado da amiga.
Além disso, o aprendizado de Libras despertou nos alunos uma nova percepção sobre inclusão. Assim, os sinais deixaram de representar apenas uma forma de comunicação e passaram a fazer parte da convivência entre os colegas.
Agora, a comunidade escolar pretende ampliar a iniciativa. A ideia é transformar a mobilização em um projeto social para ajudar outras pessoas por meio de ações solidárias.
Dessa maneira, a campanha que começou com o objetivo de ajudar Gabrielly pode alcançar outras famílias. Ao mesmo tempo, a iniciativa reforça a importância da empatia e da inclusão no ambiente escolar.
Por fim, a mobilização mostra como a união entre alunos e professores pode transformar a realidade de uma comunidade. Além disso, a ação deixa um exemplo de solidariedade que pode ultrapassar os limites da sala de aula.
Veja mais notícias no nosso Instagram.
Siga nosso canal para receber as notícias no seu WhatsApp.
Envie sugestão de reportagem pelo WhatsApp do Jornalismo.
Notícias recentes.
Novo chefe do Executivo assumiu o cargo após a morte de Weber Manga e anunciou revisão de contratos e da situação financeira da Prefeitura.
Agendamento deve ser feito previamente pelo site
Operação da Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em três bairros
Arthur Jordão Lara tem distrofia muscular de Duchenne (DMD) e tratamento custa R$ 17 milhões
Evento reúne condições especiais para quem quer comprar carro ou moto nova, com taxas diferenciadas, bônus nas parcelas e aprovação rápida
Receba notícias no seu celular
0 comentários