Investigação do SIG apontou que suspeito tinha distintivo, uniforme e simulacro de arma de fogo
Alguns professores deixam marcas que o tempo não apaga.
Investigação do SIG apontou que suspeito tinha distintivo, uniforme e simulacro de arma de fogo
Ele voltou para casa durante o atendimento e acabou preso após se esconder em um quarto
Alteração chamou a atenção durante abordagem, e mulher afirmou que as filhas poderiam ter mexido na placa
Ministério Público recorreu da decisão de primeira instância e conseguiu aumentar a pena de 5 anos e 15 dias para 6 anos e 3 meses
Continua após anúncio
Hoje, 15 de outubro, é celebrado o Dia dos Professores — profissionais fundamentais na formação de todas as outras carreiras. São pessoas que permanecem na memória não apenas pelo conteúdo ensinado em sala de aula, mas também pelos ensinamentos que levamos para a vida, inclusive na forma de lidar com o próximo.
Alguns professores deixam marcas que o tempo não apaga. As lembranças permanecem vivas, mesmo décadas depois. É o caso de Kátia Pereira, que há 50 anos teve a vida transformada pela professora Mary Pavlovsky e ainda hoje fala com carinho sobre a forma como ela tratava os alunos. “Ela era um doce de professora, muito educada, gentil… lembro dela com muito carinho.”
Mesmo com o passar dos anos, as lições da dona Mary continuam presentes. O jeito acolhedor, os conselhos e a dedicação acabaram moldando o jeito de ser da ex-aluna, que conta que leva seus ensinamentos até hoje.
Lembranças como essas mostram que o trabalho de um professor ultrapassa o tempo e o espaço da sala de aula. Seguindo essa linha, educadoras de uma escola estadual de Sorocaba desenvolveram um projeto com quatro alunos especiais para sensibilizar os demais estudantes sobre a importância de lidar com as diferenças.
Com gestos simples e palavras certas, as professoras conseguiram mudar o olhar de uma turma inteira. O resultado é o que todo educador sonha: alunos que aprendem não só a ler e escrever, mas também a conviver e respeitar.
A ideia partiu da professora Alana Patriarca, que criou um projeto voltado à empatia e à inclusão. Segundo ela, a iniciativa nasceu do desejo de ensinar na prática o valor do respeito às diferenças.
As aulas começaram no ano passado e acontecem de forma leve, com brincadeiras e rodas de conversa que aproximam as crianças e mostram, desde cedo, o valor da convivência.
Veja mais notícias no nosso Instagram.
Siga nosso canal para receber as notícias no seu WhatsApp.
Envie sugestão de reportagem pelo WhatsApp do Jornalismo.
Notícias recentes.
Equipamento criado por quatro alunos tem 10 centímetros cúbicos, passou por testes e recebeu premiação em competição internacional
Serviço da Polícia Militar orienta vítimas, aciona viaturas em casos de emergência e oferece informações sobre a rede de proteção
Funcionários participaram de campanha durante um mês e reuniram leite que será destinado a instituições assistenciais de Sorocaba e região
Grupo foi detido com entorpecentes prontos para venda, materiais para preparo e embalagem e dinheiro
Região está em alerta para alagamentos, enxurradas e aumento do nível de rios e córregos
Receba notícias no seu celular
0 comentários