Investigado foi localizado em Sorocaba após ocorrência registrada em Votorantim; Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva.
Na nossa região, a cidade de Iperó foi a que teve mais casos assim.
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A saída temporária, benefício previsto na Lei de Execução Penal, é motivo de controvérsias e discussão nas prisões do estado de São Paulo. Concedido pelo Poder Judiciário, o benefício permite que detentos saiam temporariamente das unidades prisionais em datas previamente definidas. No entanto, a prática gerou preocupações, pois muitos presos não retornam da saidinha após o fim da autorização, tornando-se foragidos.
A Secretaria da Administração Penitenciária divulgou um balanço com números alarmantes de detentos que não voltaram às unidades prisionais após as saídas temporárias no fim de 2024.
Na nossa região, a cidade de Iperó foi a que teve mais casos de presos que não retornam da saidinha. De 923 presos liberados, 31 não se reapresentaram. Em Iperó, dos 369 beneficiados, 11 não voltaram. Em Votorantim, 2 de 65 saíram e não voltaram, e em Sorocaba, 28 de 515 reeducandos não retornaram. Já em Itapetininga, 26 de 593 não cumpriram a regra. Curiosamente, em Jundiaí não houve concessão de saídas temporárias. É importante destacar que, ao não retornar, o preso é considerado foragido e perde o benefício, voltando ao regime fechado quando recapturado. A polêmica sobre as saídas temporárias continua a gerar discussões sobre a eficácia e os riscos desse tipo de benefício no sistema prisional.
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