Mulher relatou que teve a perna tocada três vezes pelo suspeito, mesmo depois de pedir que ele parasse, dentro de um ônibus
Operação conjunta da Polícia Civil e Militar resultou na prisão em flagrante de homem investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e facção criminosa
Foto: Google Street View
Mulher relatou que teve a perna tocada três vezes pelo suspeito, mesmo depois de pedir que ele parasse, dentro de um ônibus
Acidente aconteceu na manhã desta quarta-feira (7), e deixou uma pessoa com ferimentos leves
Menina chegou em estado grave à Estação de Bombeiros e teve os sinais vitais recuperados após atendimento no hospital
Caixas estavam escondidas dentro de plástico-bolha e foi localizada durante uma abordagem na Rodovia Antonio Romano Schincariol, km 105.
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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta segunda-feira (6), um homem suspeito de associação para o tráfico de drogas em Itapetininga (SP). A ação foi realizada em conjunto com a Polícia Militar e faz parte de uma investigação conduzida pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE).
De acordo com a Polícia Civil, o trabalho investigativo apurava a existência de uma chamada “casa bomba” — imóvel utilizado para o armazenamento de drogas destinadas ao abastecimento de pontos de venda em diversos bairros da cidade. Durante as investigações, surgiram indícios de que o suspeito teria ligação com uma facção crimnosa que atua em todo o estado.
No cumprimento do mandado de busca e apreensão, os policiais encontraram embalagens e adesivos usados para acondicionar drogas, uma balança de precisão, anotações sobre o tráfico, um simulacro de arma de fogo e dinheiro em espécie sem origem comprovada.
Também foi apreendido o celular da filha do suspeito, uma adolescente. No aparelho, foram localizadas conversas e áudios que indicam o conhecimento e a participação dela nas atividades criminosas. Em um dos trechos, um interlocutor pede que ela avise o pai para levar “óleo” — termo usado para se referir à droga “crack” — até as chamadas “biqueiras”.
Diante das provas colhidas, a autoridade policial lavrou o auto de prisão em flagrante e solicitou a conversão para prisão preventiva, considerando os antecedentes do suspeito, o envolvimento da filha menor e os fortes indícios de vínculo com o PCC, o que representa risco concreto à ordem pública.
A adolescente foi liberada à responsável legal, mediante compromisso de apresentação à Vara da Infância e Juventude, que seguirá com a apuração dos fatos em procedimento separado.
As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar as informações sobre a estrutura criminosa responsável pelo armazenamento e distribuição de entorpecentes em Itapetininga.
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