Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
Beatriz Munhos, de 20 anos, foi morta com um tiro na cabeça na frente do pai e do namorado, em novembro de 2025. Criminosos a atraíram para uma emboscada após anúncio de venda de drone.
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Decisão publicada nesta terça-feira determina indenização de R$ 100 mil à vítima; processo tramita sob segredo de Justiça
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Vítima de 57 anos foi encontrada sem vida e a mãe dele, de 81 anos, foi socorrida; Polícia Civil investiga o caso
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A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta quarta-feira (26), o suspeito de articular emboscada que resultou na morte da jovem sorocabana Beatriz Munhos, de 20 anos. O crime aconteceu em novembro de 2025, no bairro de Sapopemba, na zona leste da capital paulista. A vítima foi morta com um tiro na cabeça, na frente do pai e do namorado.
A prisão foi realizada por policiais da 8ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco). Segundo a corporação, o homem de 26 anos é apontado como articulador do crime e teria sido o responsável por atrair a vítima até o local do encontro. Outro suspeito, que não teria participação direta nesse caso específico, mas tem envolvimento com a mesma quadrilha, também foi detido.
De acordo com as investigações, o preso manteve contato com a jovem, que havia anunciado a venda de um drone na internet, sob o falso pretexto de comprar o equipamento. No dia marcado, Beatriz foi ao local acompanhada do pai e do namorado.
No momento em que os criminosos anunciaram o assalto, a vítima reagiu com spray de pimenta. Em seguida, um dos suspeitos atirou na cabeça da jovem e fugiu levando apenas o celular do pai dela. Beatriz morreu no local.
O primeiro envolvido foi preso dois dias após o crime, também na capital. Ele já possuía três passagens criminais por roubo.
Também em novembro de 2025, o atirador de Beatriz, Isaías dos Santos Silva, de 23 anos, foi preso no sertão da Bahia, na cidade de Mirante, cerca de 500 quilômetros de Salvador. Ele tem antecedentes criminais por roubo e associação criminosa.
O suspeito de pilotar a moto usada no crime já foi preso, na mesma época. A defesa de Lucas Kauan da Silva Pereira informou que ele nega ter participado do crime e que estava em liberdade assistida.
Segundo o delegado Guilherme Leonel, da 8ª Cerco, a quadrilha mantinha um esquema de atrair vítimas para locais previamente definidos, sob o pretexto de negociar produtos anunciados na internet.
Com os dois presos nesta quarta-feira (26), também em Sapopemba, foram apreendidos três celulares, que passarão por perícia.
O caso foi registrado como latrocínio e associação criminosa.
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