Animal foi encontrado em estado grave de saúde em uma residência no bairro Itanguá II
Vítima estava desaparecida desde o dia 9 de agosto
Foto: Google Street View
Animal foi encontrado em estado grave de saúde em uma residência no bairro Itanguá II
Investigação do SIG apontou que suspeito tinha distintivo, uniforme e simulacro de arma de fogo
Ele voltou para casa durante o atendimento e acabou preso após se esconder em um quarto
Alteração chamou a atenção durante abordagem, e mulher afirmou que as filhas poderiam ter mexido na placa
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Após encontrarem o corpo de uma jovem de Jundiaí em uma área de mata em Ubatuba, a Polícia Civil esclareceu detalhes do homicídio. A vítima, de 20 anos, estava desaparecida desde o dia 9, quando foi passear no litoral. O Setor de Investigação (SIG) localizou o corpo nesta sexta-feira (15), sem roupas, próximo a uma cachoeira, no bairro Rio Escuro, após o autor, de 24 anos, ter confessado o crime e indicado o local.
Segundo a apuração, a jovem estava em uma adega e após ingerir bebida alcoólica teve relação sexual com cinco pessoas, entre eles o acusado, ocasião em que vídeos foram feitos. Na sequência, os dois foram sozinhos para a casa dele, onde mantiveram relação sexual. Sob efeito de entorpecentes, tiveram um desentendimento e ele a enforcou até a morte. Em seguida, levou o corpo para a mata, onde o ocultou com folhas, além de ter jogado o celular e as roupas da vítima no rio.
Após confessar o crime para um amigo, este o teria convencido a se entregar à Polícia, sendo representada prisão temporária por 30 dias. Foi requisitado exame necroscópico, toxicológico e sexológico e está sendo apurado o eventual estupro coletivo de vulnerável.
A vítima foi enterrada na manhã deste domingo (17), no cemitério Memorial Parque da Paz, em Jundiaí.
Animal foi encontrado em estado grave de saúde em uma residência no bairro Itanguá II
Investigação do SIG apontou que suspeito tinha distintivo, uniforme e simulacro de arma de fogo
Ele voltou para casa durante o atendimento e acabou preso após se esconder em um quarto
Alteração chamou a atenção durante abordagem, e mulher afirmou que as filhas poderiam ter mexido na placa
Ministério Público recorreu da decisão de primeira instância e conseguiu aumentar a pena de 5 anos e 15 dias para 6 anos e 3 meses
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