Um dos motoristas teria avançado o sinal vermelho e recusou o teste do bafômetro após a colisão
Levantamento em sete papelarias orienta consumidores a pesquisar preços e economizar nas compras de início do ano letivo
Um dos motoristas teria avançado o sinal vermelho e recusou o teste do bafômetro após a colisão
A Festa Julina de Jundiaí começa neste sábado (18), no Parque da Uva, com shows de Gusttavo Mioto e Turma do Pagode.
Cidade registrou mais de 78,5 mil infrações nos cinco primeiros meses de 2026
Aproveitar as férias escolares para atualizar a carteira de vacinação ajuda a proteger crianças e adultos contra diversas doenças.
Continua após anúncio
Lápis, borracha, caderno, canetas. Esses são alguns dos itens básicos da lista de material escolar, geralmente distribuída pelas escolas no início do ano letivo. Em Sorocaba, pais e responsáveis buscam alternativas para economizar diante da tradicional despesa de janeiro. Mas uma pesquisa do Procon-SP mostra que a variação de preços pode ultrapassar 150% em um mesmo produto.
Luiz Dias é pai do pequeno Theo, de 4 anos. O empresário pesquisou bastante antes de comprar o material escolar do filho. A estratégia inclui atenção redobrada aos itens solicitados pela escola. Nem tudo o que aparece na lista segue para a sacola de compras. A ideia, segundo ele, é economizar.
Em uma papelaria da cidade, o estoque já está abastecido com novidades que chamam a atenção de meninos e meninas. No local, os pais costumam fazer cotações de preços presencialmente, por e-mail e até por aplicativos de mensagem. Essa prática contribui para o aumento das vendas no comércio, segundo o proprietário Oséias de Oliveira.
A pesquisa de preços, inclusive, é a principal orientação do Procon São Paulo. O órgão visitou papelarias de Sorocaba para realizar um levantamento de valores dos itens de material escolar. O objetivo da ação é oferecer referências de preços aos consumidores, com base nas médias encontradas. Para o comerciante, esse trabalho ajuda tanto quem vende quanto quem compra.
A pesquisa ocorreu em sete estabelecimentos comerciais da cidade. Ao todo, o Procon comparou 69 itens da lista de material escolar. A maior diferença de preço encontrada chegou a 153% em uma caneta marca-texto.
De acordo com Nilciane Zalpa, responsável pelo Procon-SP, antes de ir às compras o consumidor deve verificar quais produtos da lista já estão disponíveis em casa. A orientação também inclui atenção aos itens de uso coletivo solicitados pelas escolas, já que a legislação não permite essa exigência.
A pesquisa completa sobre a variação de preços e a relação das lojas participantes está disponível no site do Procon São Paulo.
Veja mais notícias no nosso Instagram.
Siga nosso canal para receber as notícias no seu WhatsApp.
Envie sugestão de reportagem pelo WhatsApp do Jornalismo.
Notícias recentes.
As equipes avaliaram as condições de aproximadamente 250 animais
Caso ocorreu em abril após assalto em farmácia
Ação da Polícia Militar apreendeu drogas, dinheiro e materiais que seriam usados na preparação e controle da venda de entorpecentes
Procedimento busca reproduzir a dinâmica do confronto que terminou com a morte do soldado durante uma ocorrência no Parque Campolim
Com a queda das temperaturas, entidade registra aumento na busca por atendimento e reforça a importância das doações para manter os serviços
Receba notícias no seu celular
0 comentários