Decreto autoriza mobilização de órgãos municipais, atendimento às áreas atingidas e contratações emergenciais para reparar danos
O projeto teve início em São Paulo, mas posteriormente foi levado para uma faculdade particular de medicina em Sorocaba, onde ganhou ainda mais força.
Decreto autoriza mobilização de órgãos municipais, atendimento às áreas atingidas e contratações emergenciais para reparar danos
Alteração nos serviços de coleta de resíduos orgânicos, seletiva e Cata-Treco foi adiada; Ponte São João terá atendimento durante o dia, e Tulipas e Medeiros, à noite
Consultas gratuitas serão realizadas de segunda a sexta-feira; serviço atende adultos por demanda espontânea
Devido às condições climáticas, as atividades do domingo (8) dos 50 anos do Parque da Biquinha não irão acontecer
Continua após anúncio
Após mais de 20 anos de pesquisa, cientistas brasileiros alcançaram um resultado promissor: um protetor dermatológico capaz de reduzir as queimaduras causadas pela radioterapia no tratamento do câncer de mama. O produto, desenvolvido por uma equipe dedicada, pode revolucionar a abordagem terapêutica para milhares de pacientes no Brasil.
As lesões resultantes da radioterapia são frequentes e podem trazer grandes dificuldades para as mulheres em tratamento. Em muitos casos, a gravidade das queimaduras exige intervenção cirúrgica, além de, frequentemente, levar à interrupção do tratamento, conforme explica a docente de Ciências Médicas e da Saúde, Marli Gerenutti. “Essas queimaduras são comuns. O tratamento, muitas vezes, consiste em intervenção cirúrgica. Elas variam conforme a dose e o paciente e frequentemente acabam atrapalhando o tratamento, levando até à interrupção”, afirma.
O projeto teve início em São Paulo, mas posteriormente foi levado para uma faculdade particular de medicina em Sorocaba, onde ganhou ainda mais força. Diversos profissionais se envolveram no estudo, entre eles a dermatologista Renata de Oliveira Alves, que utilizou a pesquisa como base para seu mestrado. “Um creme que se propõe a prevenir essas queimaduras é algo muito inovador e um grande avanço na medicina. Eu me dediquei a estudar essas mulheres por meio de ensaios clínicos para ajudar todas as pacientes que passam pela radioterapia”, relata.
Nos ensaios clínicos realizados com 25 voluntárias em tratamento no Centro de Radioterapia do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, os resultados foram animadores. O uso do protetor dermatológico preveniu até 80% das queimaduras, um índice considerado altamente eficaz. Os cientistas acreditam que, no futuro, o produto também poderá ser utilizado para tratar queimaduras decorrentes de outros tipos de câncer.
Agora, a equipe aguarda a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que o protetor possa começar a ser utilizado amplamente. Os pesquisadores também planejam incluir o produto no Sistema Único de Saúde (SUS), o que poderá reduzir custos com tratamentos de queimaduras e melhorar significativamente a qualidade de vida das pacientes. Para Marli Gerenutti, a inserção do produto no SUS seria um grande avanço para o país. “A gente quer que o produto entre no SUS como obrigatório no tratamento. Ele não é tóxico, não é alérgico. É uma inovação tecnológica, um projeto com credibilidade que traz uma evolução significativa no tratamento da radioterapia aqui para Sorocaba”, conclui.
Consultas gratuitas serão realizadas de segunda a sexta-feira; serviço atende adultos por demanda espontânea
Devido às condições climáticas, as atividades do domingo (8) dos 50 anos do Parque da Biquinha não irão acontecer
Primeiro dia de provas será neste domingo, com questões de linguagens, ciências humanas e redação
Mulher relatou ter sido atingida nas costelas e ameaçada com uma faca, no bairro Júlio de Mesquita
Animais estão vacinados, castrados e microchipados; ação será no Parque Campolim, das 9h às 12h
Receba notícias no seu celular
0 comentários