Equipamentos estavam em funcionamento nos fundos do estabelecimento e eram acessíveis ao público; caso foi registrado como jogo de azar.
ONG monitora outros animais enquanto CETESB e MP apuram danos ambientais; parque segue fechado
Equipamentos estavam em funcionamento nos fundos do estabelecimento e eram acessíveis ao público; caso foi registrado como jogo de azar.
Acidente aconteceu na tarde de sábado (18), no km 69 da rodovia. Vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
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Dois dias após o vazamento de corante no Parque Botânico de Jundiaí, os patos que foram atingidos pela substância começam a apresentar melhora. A cor natural das penas está sendo gradualmente recuperada graças aos banhos e cuidados fornecidos por especialistas. Ainda há cerca de 30 patos no local, que devem ser removidos nos próximos dias.
A ONG Mata Ciliar, responsável pelo resgate dos animais, alertou também para a presença de outros habitantes da área, como uma família de capivaras. A proposta é isolar esses animais e evitar o contato com a água contaminada.
O impacto da poluição já provocou a morte de centenas de peixes. Desde a tarde de sexta-feira (16), o parque permanece fechado. Uma placa improvisada foi colocada para informar a interdição, e o lago ainda exibe uma coloração azul intensa.
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) emitiu alertas para que cidades vizinhas como Itupeva e Indaiatuba, além de empresas que captam água do Rio Jundiaí, suspendessem temporariamente o uso da água para consumo humano. O Ministério Público instaurou um inquérito para investigar os danos ambientais e possíveis responsabilidades.
O que aconteceu
O acidente aconteceu na terça-feira (13), quando um caminhão carregado com cerca de duas toneladas de corante à base de ácido acético colidiu com um poste. Com o impacto, a carga foi derramada e escoou pela pista, atingindo uma boca de lobo que leva ao lago do parque. O veículo pertencia a uma transportadora terceirizada e, segundo apurações iniciais, pode ter sofrido uma falha mecânica.
A Prefeitura de Jundiaí informou que está realizando coletas e análises da água em três pontos: na área do vazamento, na queda d’água do lago e em um ponto posterior do córrego que deságua no Rio Jundiaí. De acordo com avaliações preliminares, o impacto ambiental não foi considerado severo, mas o local segue sob monitoramento.
Ainda não há previsão para o retorno da coloração natural do lago. A expectativa é de que, com a ocorrência de chuvas e a movimentação da água, o corante seja diluído mais rapidamente, acelerando a recuperação do ecossistema.
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