Policiais localizaram o homem durante patrulhamento no Jardim Tamoio
Polícia Civil encontrou irregularidades no sistema de medição e apontou manipulação do consumo de energia elétrica
Policiais localizaram o homem durante patrulhamento no Jardim Tamoio
Após a apreensão das armas e munições, os policiais levaram o investigado para a Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) de Itapetininga.
Colisão aconteceu no km 71, no sentido interior
Imagens de drone mostram veículo da Polícia Militar dentro de uma propriedade no bairro Campo Largo em diferentes datas
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A CPFL Piratininga identificou uma fraude no consumo de energia elétrica durante uma operação realizada em um comércio de produtos alimentícios no bairro Vila Nova, em Salto. A ação contou com o apoio da Polícia Civil e de equipes técnicas da concessionária.
Durante a fiscalização, os técnicos encontraram irregularidades no sistema de medição. Segundo a empresa, o estabelecimento utilizava um segundo medidor pertencente a outra companhia. O esquema alterava o consumo registrado e reduzia o valor da energia faturada.
Após a descoberta, a Polícia Científica realizou a perícia no local. Em seguida, os agentes encaminharam o proprietário do comércio à delegacia para prestar esclarecimentos.
De acordo com a CPFL, o combate ao furto de energia ajuda a garantir mais segurança e qualidade no fornecimento. A concessionária também incentiva a população a denunciar irregularidades.
“Quando faz uma denúncia, o cliente contribui para um fornecimento mais justo e eficiente. Além disso, ajuda a aumentar a segurança da população”, afirmou Daniel Carvalho, gerente de Gestão de Energia e Receita do Grupo CPFL.
A distribuidora alerta que ligações clandestinas, conhecidas como “gatos”, podem causar acidentes e interrupções no fornecimento. Essas práticas também geram prejuízos para o sistema elétrico.
Segundo a CPFL, furtos e fraudes entram na categoria de perdas não técnicas. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) considera parte dessas perdas nos processos de revisão tarifária.
“Parte das perdas não técnicas é considerada nas revisões tarifárias da ANEEL. Isso pode aumentar os custos da energia para todos os consumidores”, explicou Carvalho.
A legislação brasileira classifica o furto de energia como crime. A pena varia de um a quatro anos de reclusão, além de multa.
Nos casos que envolvem adulteração de medidores ou equipamentos para desvio de energia, a Justiça pode aplicar penalidades mais severas. Os responsáveis também podem receber cobranças retroativas pelo consumo não registrado e sofrer sanções administrativas.
Após a apreensão das armas e munições, os policiais levaram o investigado para a Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) de Itapetininga.
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