Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
Agentes serão distribuídas na capital e no interior paulista
Foto: divulgação governo do estado de SP
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A Polícia Militar formou mais 24 policiais femininas para atuarem na Cabine Lilás, serviço especializado de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica ou familiar. Agora mais de 100 policiais passam a estar habilitadas a operar na cabine por meio do telefone de emergência 190 em todo o estado de São Paulo.
O projeto teve início em março do ano passado na capital paulista e região metropolitana e neste ano começou a ser expandido para o interior de São Paulo. Até o momento, as regiões de Sorocaba, Campinas, São José dos Campos, Bauru e São José do Rio Preto já contam com o programa.
Para ampliar esse alcance, policiais que trabalham no interior do estado passam por um período de treinamento no Centro de Operações da Polícia Militar da capital. Durante uma semana estudam matérias sobre psicologia, direito, redes de apoio, medidas protetivas e funcionamento das Delegacias de Defesa da Mulher.
Das 24 formadas, oito irão para o Copom da capital paulista, enquanto as demais voltarão às unidades de origem no interior paulista.
Até agosto deste ano foram realizados 11,1 mil atendimentos na Cabine Lilás, entre orientações sobre como obter medidas protetivas, intervenções policiais e dúvidas gerais. O programa também ajudou na prisão em flagrante de 66 agressores de mulheres por descumprimento da ordem judicial.
O serviço exclusivo da Cabine Lilás pode ser ofertado pelo atendente durante a ligação ou solicitado pela própria vítima em casos de violência física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial. O atendimento é feito de forma exclusiva por uma policial feminina, que tem mais tempo para ouvir e orientar, garantindo mais privacidade e atenção.
As mulheres recebem informações sobre direitos, redes de apoio, assistência jurídica gratuita, pensão alimentícia, guarda dos filhos, abrigos, auxílio-aluguel e atendimento à saúde. Também é apresentado o aplicativo SP Mulher Segura, em que é possível fazer o boletim de ocorrência sem sair de casa. O app possui um botão do pânico que pode ser acionado caso o agressor se aproxime da vítima, além de orientações para acionamento de viaturas.
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