Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
O Tribunal de Justiça julga o recurso de apelação da defesa de Cristian Cravinhos pela condenação a 4 anos e 8 meses de prisão por corrupção, pela...
Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
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O Tribunal de Justiça julga o recurso de apelação da defesa de Cristian Cravinhos pela condenação a 4 anos e 8 meses de prisão por corrupção, pela 2ª vara criminal de Sorocaba.
Ele foi preso depois de uma confusão em um bar e supostamente teria participado de tentativa de suborno a policiais para não ser preso.
Cristian já tinha sido absolvido do crime de posse ilegal de munição de uso restrito (foi encontrado com ele no bar uma munição), mas manteve a condenação por tentativa de suborno feita a policiais militares.
Na época, os PM´s que atenderam a ocorrência falaram que Cristian ofereceu dinheiro pra não ser preso. De acordo com o boletim de ocorrências, Cravinhos teria oferecido R$ 1 mil para não ser preso e disse que o irmão, Daniel, ia entregar mais R$ 2mil.
Ele também teria cogitado vender a moto dele e dividir o valor com os policiais.
Na época do assassinato do casal Von Richthofen, em 2002, o irmão de Cristian, Daniel Cravinhos, era namorado de Suzane. O trio teria planejado assassinado Manfred e Marísia Richthofen na casa da família, na zona sul de São Paulo. Os pais de Suzane eram contra o namoro da filha.
Suzane Von Richthofen e os irmãos Cravinhos foram a júri popular em 2006. Cristian foi condenado a 38 anos e seis meses em regime fechado, mas deixou a penitenciária Dr. José Augusto Salgado, a P2 de Tremembé (sp) em agosto de 2017. A justiça o autorizou a cumprir o restante da pena em regime aberto.
Daniel Cravinhos foi condenado a 39 anos e seis meses de prisão em regime fechado e também conseguiu o benefício em janeiro deste ano, quando deixou a penitenciária em Tremembé para cumprir o restante da pena em liberdade.
Caso ocorreu em abril após assalto em farmácia
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