O suspeito foi encontrado com tubos de cobre retirados do sistema de ar-condicionado de um estabelecimento
Paciente de 27 anos não estava vacinado e havia viajado ao exterior; este é o segundo caso da doença registrado no estado em 2025
Foto: Governo de SP
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O Governo do Estado de São Paulo reforça o alerta para a prevenção do sarampo após confirmar um novo caso da doença na capital paulista. O registro envolve um homem de 27 anos, não vacinado, com histórico recente de viagem internacional. O paciente recebeu atendimento médico e já teve alta.
Este é o segundo caso de sarampo registrado no estado neste ano. O primeiro ocorreu em abril, também na cidade de São Paulo, conforme o monitoramento epidemiológico da vigilância estadual.
Segundo a vigilância epidemiológica, todo caso suspeito de sarampo exige notificação e investigação imediatas, devido à alta transmissibilidade do vírus e ao risco de disseminação da doença. Após a confirmação do diagnóstico, as equipes adotaram todas as medidas de controle e prevenção, como investigação epidemiológica, busca ativa de contatos e intensificação da vacinação. As ações ocorreram em conjunto com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP) e o Ministério da Saúde.
A Secretaria de Saúde destaca que a vacinação representa a principal forma de prevenção contra o sarampo. A vacina tríplice viral é segura, eficaz e também protege contra rubéola e caxumba. O Estado mantém estoques regulares do imunizante e orienta a população a verificar a situação vacinal, principalmente antes de viagens nacionais ou internacionais.
QUEM DEVE SE VACINAR
Crianças de 6 a 11 meses
Recebem a Dose Zero (D0), indicada em situações de maior risco de exposição ao vírus.
Observação: essa dose não substitui as vacinas do calendário de rotina, que devem ser mantidas.
Crianças a partir de 12 meses
Recebem a primeira dose (D1) da tríplice viral aos 12 meses.
Recebem a segunda dose (D2) aos 15 meses, com a vacina tetraviral ou tríplice viral mais varicela.
Pessoas de 5 a 29 anos
Devem iniciar ou completar o esquema de duas doses da tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.
Pessoas de 30 a 59 anos
Devem receber uma dose da tríplice viral quando não houver comprovação de vacinação anterior.
Profissionais das áreas de saúde, turismo, hotelaria, transporte, alimentação e educação precisam manter o esquema vacinal completo, conforme recomendação do Ministério da Saúde.
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