Equipamentos estavam em funcionamento nos fundos do estabelecimento e eram acessíveis ao público; caso foi registrado como jogo de azar.
A Polícia Civil de Porangaba, em conjunto com equipes de vigilância sanitária e órgãos estaduais, fechou uma fábrica clandestina de pães e farinha que operava em condições precárias de higiene. O local, interditado anteriormente, foi encontrado novamente em atividade, e o proprietário será indiciado por crimes contra as relações de consumo.
Imagem cedida: Polícia Civil
Equipamentos estavam em funcionamento nos fundos do estabelecimento e eram acessíveis ao público; caso foi registrado como jogo de azar.
Acidente aconteceu na tarde de sábado (18), no km 69 da rodovia. Vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
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Uma fábrica clandestina de pães e farinha de rosca, localizada no bairro dos Marianos, em Porangaba, foi fechada pela Polícia Civil nesta quinta-feira (17), durante a operação “Pão Nosso III”. A ação, realizada em conjunto com a Defesa Agropecuária Estadual, o CEREST de Botucatu e a Vigilância Sanitária local, foi motivada após denúncias de que o estabelecimento, interditado anteriormente na operação “Pão Nosso II” em 2023, havia voltado a operar em condições precárias.
Ao chegar ao local, as equipes encontraram a fábrica funcionando de forma clandestina, com pães armazenados diretamente no piso, expostos a moscas e roedores. A matéria-prima utilizada para a produção de farinha de rosca, que era vendida a restaurantes especializados em comida japonesa em todo o estado de São Paulo, estava supostamente contaminada.
Além das condições insalubres, foi constatado que os trabalhadores da fábrica estavam em condições análogas à escravidão, sem registro em carteira de trabalho e alojados em ambientes sem condições mínimas de conforto e segurança. Todos os produtos impróprios para o consumo foram descartados pela Vigilância Sanitária, e os trabalhadores foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos antes de serem liberados.
O proprietário da fábrica não foi encontrado no local, mas será indiciado por crimes contra as relações de consumo. Nossa produção não localizou a defesa da fábrica.
Por Matheus Dias, TV Sorocaba SBT
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