Suspeitos fugiram ao perceber a chegada dos policiais e abandonaram entorpecentes e um celular durante a ação.
Fiscalização no bairro do Varjão inspecionou 36 unidades e identificou casos de manipulação de medidores
Suspeitos fugiram ao perceber a chegada dos policiais e abandonaram entorpecentes e um celular durante a ação.
Equipamentos estavam em funcionamento nos fundos do estabelecimento e eram acessíveis ao público; caso foi registrado como jogo de azar.
Acidente aconteceu na tarde de sábado (18), no km 69 da rodovia. Vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
Associados aprovaram por unanimidade a reforma do estatuto, que simplifica a composição das chapas para a eleição da nova diretoria.
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A empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica em Jundiaí realizou uma operação de combate a perdas no bairro do Varjão. Ao todo, 36 unidades consumidoras foram vistoriadas e 11 irregularidades foram identificadas por manipulação de medidor e outras formas de furto de energia.
Sempre que possível, as medições foram regularizadas no local. Nos demais casos, será feita a cobrança do consumo que não foi registrado, conforme a lei. “Mexer no medidor é crime e põe vidas em risco. Nosso trabalho é proteger as pessoas e garantir energia estável para o bairro”, afirmou o gerente de Recuperação de Energia da empresa.
A manipulação do medidor acontece quando alguém altera o aparelho que registra a energia usada para que marque menos do que foi realmente consumido. Além de ilegal, essa prática é perigosa.
Alterações no medidor e ligações clandestinas podem provocar choques, incêndios, queima de aparelhos e ainda sobrecarregar a rede elétrica da região, prejudicando os moradores. Pelo Código Penal, furtar ou fraudar energia é crime, com pena de 1 a 4 anos de prisão, além de multa e do pagamento do que foi consumido.
Quando uma fraude é confirmada, a empresa interrompe a irregularidade, refaz a medição com segurança, registra a ocorrência e cobra o valor da energia desviada. Em alguns casos, a polícia também é acionada.
A orientação é que, em caso de suspeita, a população não tente mexer no medidor. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais da companhia de energia.
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