Creche de Porangaba deve retomar aulas após 40 casos de mão-pé-boca

Porangaba | 0 Comentários

Guilherme Fialho

16 de outubro de 2026

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Unidade suspendeu as atividades nos dias 15 e 16 de outubro; retorno está previsto para segunda-feira (19)

Imagem da creche.

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A Creche Municipal João Guilherme Soares Bertin, em Porangaba (SP), deve retomar as aulas na segunda-feira (19), após registrar 40 casos confirmados da síndrome mão-pé-boca. A unidade, localizada no Jardim Bela Vista, suspendeu as atividades nos dias 15 e 16 de outubro para conter a transmissão da doença.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, a creche possui 195 crianças matriculadas. Inicialmente, o município havia divulgado 30 casos da doença. No entanto, a atualização confirmou 40 ocorrências na unidade escolar.

A suspensão das aulas seguiu orientações da Vigilância Epidemiológica e da Vigilância Sanitária. Além disso, a creche reforçou as medidas de higienização e os cuidados no ambiente escolar para reduzir o risco de novas infecções.

A Secretaria de Educação informou que acompanha a situação e prioriza a saúde das crianças, dos profissionais e das famílias. Dessa forma, a previsão é que as atividades sejam retomadas na segunda-feira (19), conforme o cronograma informado pela administração municipal.

O que é a síndrome mão-pé-boca?

A síndrome mão-pé-boca é uma infecção viral contagiosa que atinge principalmente crianças menores de cinco anos. Embora geralmente não seja grave, a doença pode se espalhar rapidamente em ambientes como creches e escolas.

A transmissão ocorre pelo contato com secreções respiratórias, fezes e objetos contaminados. Além disso, pessoas infectadas podem continuar eliminando o vírus pelas fezes durante semanas após a recuperação.

Entre os principais sintomas estão febre, manchas nas mãos, nos pés e nas nádegas, além de feridas na boca e ao redor dos lábios.

Em alguns casos, as lesões provocam dor e dificultam a alimentação. Por isso, as crianças podem apresentar dificuldade para engolir e reduzir a ingestão de líquidos.

Cuidados para evitar a transmissão

A higienização frequente das mãos e a limpeza de superfícies ajudam a reduzir o risco de transmissão. Além disso, é importante evitar o compartilhamento de objetos pessoais durante o período de infecção.

Caso a criança apresente sintomas, os responsáveis devem procurar orientação médica. Dessa forma, é possível receber recomendações sobre os cuidados necessários e o retorno seguro às atividades escolares.

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