Investigação do SIG apontou que suspeito tinha distintivo, uniforme e simulacro de arma de fogo
Caso aconteceu em Campo Limpo Paulista, em 2022
Investigação do SIG apontou que suspeito tinha distintivo, uniforme e simulacro de arma de fogo
Ele voltou para casa durante o atendimento e acabou preso após se esconder em um quarto
Alteração chamou a atenção durante abordagem, e mulher afirmou que as filhas poderiam ter mexido na placa
Ministério Público recorreu da decisão de primeira instância e conseguiu aumentar a pena de 5 anos e 15 dias para 6 anos e 3 meses
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Foi condenado nesta segunda-feira (12), Wellington Galindo de Queiroz, acusado de matar a adolescente Lara Maria Oliveira Nascimento, de 12 anos, em Campo Limpo Paulista. O júri popular seguiu os termos da denúncia, e ele foi sentenciado a 19 anos, 9 meses e 18 dias de reclusão, em regime inicial fechado.
O caso aconteceu em março de 2022. Lara havia saído de casa para comprar um refrigerante em um comércio próximo, mas não voltou. Seu corpo foi localizado três dias depois. Durante a investigação, imagens de câmeras de segurança mostraram Wellington dirigindo nas proximidades do local e no mesmo horário em que Lara desapareceu.
Segundo a polícia, ele abordou a menina quando ela saía de um mercado. Ainda conforme as investigações, ela reagiu e foi morta com golpes de martelo na cabeça. Após o crime, Wellington fugiu e foi preso apenas dois anos depois, em março de 2024, em Foz do Iguaçu, no Paraná, ao apresentar um documento falso durante a abordagem.
Durante o julgamento, foram ouvidas 11 testemunhas. A mãe da vítima, Luana, prestou um depoimento comovente, que emocionou todo o plenário. Ela pediu aos jurados — cinco mulheres e um homem — que condenassem o réu. Wellington, por sua vez, declarou-se inocente e negou ter cometido o crime.
Investigação do SIG apontou que suspeito tinha distintivo, uniforme e simulacro de arma de fogo
Ele voltou para casa durante o atendimento e acabou preso após se esconder em um quarto
Réu é acusado de participar do planejamento da morte de um mecânico, assassinado a tiros em maio de 2024; julgamento acontece nesta quarta-feira (7)
Mulher relatou que teve a perna tocada três vezes pelo suspeito, mesmo depois de pedir que ele parasse, dentro de um ônibus
Caixas estavam escondidas dentro de plástico-bolha e foi localizada durante uma abordagem na Rodovia Antonio Romano Schincariol, km 105.
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