Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
Mulher confessou ter matado a vítima com tesouradas e roubado dinheiro guardado em casa; casal comprou moto à vista após o crime
Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
Decisão publicada nesta terça-feira determina indenização de R$ 100 mil à vítima; processo tramita sob segredo de Justiça
Caso ocorreu em abril após assalto em farmácia
Vítima de 57 anos foi encontrada sem vida e a mãe dele, de 81 anos, foi socorrida; Polícia Civil investiga o caso
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Policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapetininga prenderam, nesta terça-feira (4), um casal suspeito de matar uma ex-freira de 69 anos para roubar suas economias. A vítima foi encontrada morta em sua casa no dia 8 de setembro de 2025, já em estado de decomposição, com ferimentos de tesoura na região do pescoço.
As investigações apontaram que o crime ocorreu em 26 de agosto de 2025. No mesmo dia, o casal teria vendido o telefone celular da freira em uma loja de eletrônicos. Dias depois, os suspeitos compraram uma motocicleta zero quilômetro, pagando o valor à vista, com o dinheiro eles compraram também eletrodomésticos e uma mala. O casal era inquilino da vítima e havia deixado o imóvel dias antes do crime, supostamente por causa de dívidas relacionadas ao aluguel. Com base nas evidências reunidas, a Polícia Civil representou pela prisão temporária dos dois, autorizada pela Justiça.
Durante os depoimentos, a mulher confessou ter matado a freira após simular uma visita à casa dela. Disse que enfrentava dificuldades financeiras e sabia que a religiosa guardava dinheiro no local. Segundo o depoimento, ela subtraiu cerca de R$ 50 mil em espécie. O homem negou participação direta no assassinato, mas admitiu ter incentivado a companheira a cometer o crime. Ele também afirmou ter ajudado na venda do celular da vítima e queimado as roupas manchadas de sangue usadas pela mulher durante o ato.
As investigações continuam para confirmar a versão do suspeito e esclarecer o grau de envolvimento de cada um no latrocínio. Os celulares do casal foram apreendidos e serão periciados para buscar novas provas que possam esclarecer o caso. Além disso, a polícia apreendeu diversos objetos que teriam sido comprados com o dinheiro roubado da vítima. O casal segue preso, à disposição da Justiça e da audiência de custódia.
Caso ocorreu em abril após assalto em farmácia
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