Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
Grupo de peregrinos de Campo Limpo Paulista relata medo, incerteza e dificuldade para deixar a região em meio à guerra
Imagem: Arquivo pessoal
Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
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Um grupo de oito brasileiros, sendo seis moradores de Campo Limpo Paulista (SP), vive momentos de tensão em Jerusalém, no meio do conflito entre Israel e Irã. Eles estão no país desde o dia 6 de junho para uma peregrinação religiosa e, desde então, enfrentam uma rotina de sirenes e corridas para os abrigos antibomba.
O pastor Cláudio de Souza Jr. explicou que a situação no Oriente Médio era de conflitos pontuais com grupos terroristas, mas a escalada de violência com o Irã pegou todos de surpresa. Segundo ele, os brasileiros estão há vários dias seguindo protocolos de emergência e enfrentando o medo constante de ataques. “Já passamos por isso pelo menos quatro ou cinco vezes ao dia. O mais difícil é lidar com o emocional e a incerteza”, relatou.
A pastora Vanessa de Souza contou que o grupo entrou em contato com a Embaixada Brasileira e o Itamaraty, mas até o momento não receberam informações sobre voos de repatriação ou apoio direto. “As instruções foram apenas para que ficássemos em locais protegidos e seguíssemos os alertas. Não há nenhuma previsão de como poderemos sair daqui com segurança”, disse.
Os relatos também apontam que cidadãos de outras nacionalidades estão recebendo mais suporte de suas respectivas embaixadas, o que causou frustração entre os brasileiros. “Nos sentimos abandonados. Outras nações montaram grupos de suporte, ofereceram apoio psicológico. Nós, até agora, não recebemos nem uma ligação para saber se estamos vivos”, afirmou Vanessa.
O grupo reforçou que a viagem foi feita por fé e tradição, já que eles frequentam Israel há anos em peregrinações religiosas. “Ninguém imaginava que uma guerra dessa proporção começaria enquanto estivéssemos aqui”, disse Cláudio.
Apesar do cenário de guerra, eles garantem que estão bem e com recursos suficientes para se manter. “Queremos tranquilizar nossos familiares e dizer que estamos seguros. Pedimos paz para essa região e para todas as pessoas que estão sofrendo com essa guerra”, concluíram.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que as Embaixadas do Brasil em Tel Aviv e Teerã monitoram a situação em Israel e no Irã e permanecem em contato com as comunidades brasileiras naqueles países.
Por Matheus Dias, TV Sorocaba SBT
Caso ocorreu em abril após assalto em farmácia
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