A instituição promove ações para manter o espaço e encontrar famílias responsáveis para os animais
Joaquim está internado no GPACI desde setembro e ainda não tem um diagnóstico; uma das suspeitas é de uma doença metabólica rara, e a família pede transferência para um hospital especializado
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Caso ocorreu na madrugada desta terça-feira (20)
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Joaquim Rocha Santos, de 8 meses, está internado no Hospital GPACI, em Sorocaba, desde o dia 26 de setembro. Segundo a mãe, Ana Flávia Rocha Santos, tudo começou no dia anterior, quando ela percebeu que o bebê estava mais sonolento e abatido. Desde então, ele não voltou a acordar.
A família procurou atendimento médico e, depois de passar por outras unidades de saúde, Joaquim foi transferido para o GPACI. Durante a internação, ele passou por vários exames e precisou fazer uma traqueostomia.
Uma das suspeitas é de um erro inato do metabolismo, condição que pode ter origem genética e prejudicar a forma como o organismo processa substâncias, como proteínas, gorduras e carboidratos. Existem diferentes tipos dessas doenças, e são necessários exames específicos para confirmar o diagnóstico.
Segundo a mãe, exames apontaram alterações relacionadas a aminoácidos no sangue e na urina, mas ainda não foi possível confirmar a causa do quadro. Por isso, a família pede a transferência para um hospital especializado, onde o bebê possa passar por novas avaliações e exames.
Em nota enviada à TVS+ SBT, o GPACI informou que o caso é complexo, raro e de elevada gravidade neurológica. Segundo o hospital, Joaquim está clinicamente estável e recebe assistência de uma equipe multidisciplinar, com profissionais de diferentes especialidades.
A instituição explicou que ainda são necessários exames complementares de alta complexidade para esclarecer o que aconteceu com o bebê e chegar a um diagnóstico definitivo.
O hospital também informou que o pedido de transferência para uma unidade com suporte neurológico avançado já foi feito pela Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross). Enquanto aguarda uma vaga, Joaquim continua internado e recebendo os cuidados necessários.
Ainda segundo o GPACI, a família recebe orientações constantes sobre o estado de saúde do bebê e as condutas adotadas pela equipe médica.
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