O veículo havia sido furtado em Campinas e apresentava alteração na numeração do chassi
A vítima revelou ter sido forçada a atos libidinosos durante a ausência da avó; a prisão do suspeito foi convertida em preventiva
Delegacia de Salto - Imagem: Google Street View
O veículo havia sido furtado em Campinas e apresentava alteração na numeração do chassi
O suspeito disse que faria a entrega das mercadorias.
O veículo estava na garagem de uma residência e o proprietário não apresentou documentos da compra
Ele tentou entrar em um comércio ao perceber a aproximação da viatura
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Um homem de 52 anos foi indiciado e preso em flagrante suspeito de praticar estupro de vulnerável contra a própria neta, de 13 anos, na manhã desta quarta-feira (22). O caso ocorreu em uma residência localizada no bairro Salto de São José, em Salto.
De acordo com o boletim de ocorrência, a situação foi descoberta pela esposa do suspeito e avó da vítima. Ela relatou que deixou a neta com o marido em casa para entregar salgados e, ao retornar um pouco antes do esperado, estranhou encontrar o portão fechado. Ao entrar no imóvel, encontrou a neta colocando a calça e o homem no banheiro.
Após insistir em uma conversa no trajeto, a adolescente informou que o avô havia passado a mão em seu corpo e praticado o abuso. A avó acionou o filho e a família procurou a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Itu, sendo direcionada para a delegacia de Salto, onde os fatos ocorreram.
Na delegacia, a vítima passou por oitiva com uma assistente social e confirmou o relato, afirmando também que não foi a primeira vez que o suspeito praticou abuso contra ela. Os pais da menor e a avó também foram ouvidos.
Investigadores da Polícia Civil realizaram diligências e localizaram o acusado enquanto ele passava por atendimento médico. Levado à delegacia, o homem negou os fatos. A polícia expediu requisição de exame sexológico para a vítima e juntou a folha de antecedentes do investigado.
O delegado decretou a prisão em flagrante do suspeito com base no artigo 217-A do Código Penal, no âmbito da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). Não foi arbitrada fiança. A prisão foi convertida em preventiva e um Inquérito Policial foi instaurado para apurar o caso.
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