Além de aproveitar pratos típicos, o público contribui com 28 entidades assistenciais que participam do evento
Caso aconteceu em Campo Limpo Paulista, em 2022
Além de aproveitar pratos típicos, o público contribui com 28 entidades assistenciais que participam do evento
Polícia encontrou vídeo gravado pela própria vítima durante a apuração do caso; investigação continua
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Foi condenado nesta segunda-feira (12), Wellington Galindo de Queiroz, acusado de matar a adolescente Lara Maria Oliveira Nascimento, de 12 anos, em Campo Limpo Paulista. O júri popular seguiu os termos da denúncia, e ele foi sentenciado a 19 anos, 9 meses e 18 dias de reclusão, em regime inicial fechado.
O caso aconteceu em março de 2022. Lara havia saído de casa para comprar um refrigerante em um comércio próximo, mas não voltou. Seu corpo foi localizado três dias depois. Durante a investigação, imagens de câmeras de segurança mostraram Wellington dirigindo nas proximidades do local e no mesmo horário em que Lara desapareceu.
Segundo a polícia, ele abordou a menina quando ela saía de um mercado. Ainda conforme as investigações, ela reagiu e foi morta com golpes de martelo na cabeça. Após o crime, Wellington fugiu e foi preso apenas dois anos depois, em março de 2024, em Foz do Iguaçu, no Paraná, ao apresentar um documento falso durante a abordagem.
Durante o julgamento, foram ouvidas 11 testemunhas. A mãe da vítima, Luana, prestou um depoimento comovente, que emocionou todo o plenário. Ela pediu aos jurados — cinco mulheres e um homem — que condenassem o réu. Wellington, por sua vez, declarou-se inocente e negou ter cometido o crime.
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