Associados aprovaram por unanimidade a reforma do estatuto, que simplifica a composição das chapas para a eleição da nova diretoria.
Um casal de Sorocaba deverá responder por manter uma mulher indígena de 21 anos em situação análoga à escravidão desde agosto de 2021
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Associados aprovaram por unanimidade a reforma do estatuto, que simplifica a composição das chapas para a eleição da nova diretoria.
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Um casal de Sorocaba deverá responder por manter uma mulher indígena de 21 anos em situação análoga à escravidão desde agosto de 2021. A jovem foi trazida do estado do Amazonas com a promessa de um emprego como babá, mas ao chegar ao apartamento no Centro, em que o casal residia, ela passou a dormir em um colchão no chão, enfrentar uma jornada de trabalho exaustiva, sem direito a férias ou a folga.
O caso foi denunciado por uma pessoa que convivia com a indígena e procurou o Conselho Tutelar, que acionou o Ministério do Trabalho e Emprego. O Ministério Público ouviu a trabalhadora nesta sexta (10) e constatou a situação análoga à escravidão.
O casal confessou a situação e assinou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que deve implicar no pagamento inicial de R$ 20 mil à trabalhadora. A investigação deverá continuar por meio da Polícia Federal de Sorocaba e o casal pode responder também por tráfico de pessoas.
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