Leishmaniose em cães exige atenção em Sorocaba

Pets, Saúde, Sorocaba | 0 Comentários

Guilherme Fialho

1 de outubro de 2026

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Zoonoses monitora casos confirmados e orienta moradores sobre cuidados para evitar a presença do mosquito-palha em imóveis.

Imagem de cachorro.

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A leishmaniose em cães exige atenção dos tutores e cuidados com o ambiente. Em Sorocaba, a Zoonoses acompanha os casos confirmados e orienta moradores sobre medidas para reduzir os riscos de transmissão da doença.

Segundo dados da Zoonoses de Sorocaba, o município registrou 14 casos de leishmaniose em animais em 2024. Em 2025, o número subiu para 32. Já em 2026, foram registrados 12 casos até o período informado.

A doença é transmitida pela picada da fêmea do mosquito-palha infectado. O inseto pode transmitir o protozoário do gênero Leishmania após picar um animal infectado.

Além disso, o mosquito procura locais com acúmulo de matéria orgânica para depositar os ovos. Folhas, dejetos e outros materiais podem favorecer a presença do inseto, principalmente em áreas sombreadas.

Por isso, a limpeza dos imóveis faz parte das medidas de prevenção. A orientação da Zoonoses inclui verificar a existência de acúmulo de matéria orgânica, especialmente em residências onde há suspeita ou confirmação da doença.

Leishmaniose em cães exige monitoramento

A Zoonoses atua no acompanhamento dos animais com casos confirmados. Nos casos suspeitos, a equipe realiza o atendimento e, junto ao médico-veterinário, coleta material para diagnóstico.

Quando a suspeita envolve animais em situação de rua, os profissionais responsáveis também podem realizar a notificação e a coleta. Na sequência, o material segue para diagnóstico.

A doença pode apresentar diferentes sinais. Entre os sintomas citados estão falta de apetite, emagrecimento, apatia, febre, alterações nos olhos, lesões na pele, crescimento excessivo das unhas e aumento dos linfonodos.

No entanto, alguns animais podem não apresentar sintomas. Além disso, os sinais podem aparecer meses ou até anos depois da infecção, o que dificulta a identificação da doença apenas pela observação.

Prevenção começa dentro de casa

A prevenção também depende dos cuidados adotados pelos tutores. A manutenção da limpeza do ambiente ajuda a reduzir condições favoráveis à presença do mosquito-palha.

Além disso, animais diagnosticados precisam de acompanhamento veterinário. O material consultado também cita o uso de coleiras repelentes ou outros produtos indicados pelo médico-veterinário como medida de proteção contra as picadas.

O tratamento pode controlar os sinais da doença e reduzir a carga parasitária no organismo do animal. Porém, o acompanhamento deve seguir as orientações do profissional responsável.

Dessa forma, a prevenção envolve tanto os cuidados com o animal quanto a atenção ao ambiente. Em Sorocaba, o monitoramento dos casos e as orientações aos moradores fazem parte das ações para reduzir os riscos relacionados à doença.

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