Paralisação começou às 12h desta quinta-feira (22), empresa alegou falta de repasse da Prefeitura, que informou ter iniciado os pagamentos
Criança enfrenta problemas intestinais e incontinência fecal e precisa do exame para dar continuidade à investigação e ao tratamento.
Paralisação começou às 12h desta quinta-feira (22), empresa alegou falta de repasse da Prefeitura, que informou ter iniciado os pagamentos
Em nota publicada nas redes sociais, a empresa informou que encerrou as atividades após enfrentar uma crise financeira e esgotar os recursos para manter o negócio.
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A criança enfrenta problemas intestinais e incontinência fecal e precisa do exame para dar continuidade à investigação e ao tratamento.
A menina faz acompanhamento com uma gastroenterologista pediátrica na Regional de Sorocaba. Recentemente, ela passou por uma manometria retal infantil, exame que a família precisou custear por conta própria por meio de uma rifa.
Na sequência, a médica solicitou uma colonoscopia para continuar a investigação do quadro. No entanto, segundo a mãe, a família ainda não recebeu uma previsão para a realização do procedimento pela rede pública.
Por isso, a família procura a Prefeitura de Piedade para tentar viabilizar o exame pelo sistema público. A preocupação é que a espera se prolongue enquanto a criança precisa continuar o acompanhamento médico.
Além do acompanhamento com a especialista, a menina utiliza fraldas, toma medicamentos específicos e precisa consumir leite sem lactose. Dessa forma, a família também enfrenta despesas constantes relacionadas aos cuidados com a criança.
A mãe está desempregada e mora de aluguel. Segundo ela, a situação financeira da família impede que o procedimento seja realizado de forma particular.
O orçamento apresentado à família mostra que a colonoscopia tem um custo elevado na rede privada. O valor considera o procedimento e também o acompanhamento de um médico anestesista.
Diante disso, a família busca uma solução junto ao poder público para que a menina consiga realizar o exame. Caso não consiga o atendimento pela rede pública, o alto custo do procedimento particular representa mais uma dificuldade para os familiares.
Enquanto aguarda uma resposta, a mãe segue tentando garantir o acesso da filha ao exame solicitado pela médica. O objetivo é dar continuidade à investigação e buscar um tratamento adequado para o problema intestinal enfrentado pela criança.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde informou que o Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) agendará o exame da paciente para os próximos dias e que entraré em contato com a família para dar prosseguimento ao tratamento.
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