enfrentaram o diagnóstico da doença em momentos diferentes e mostram a importância do cuidado, do acompanhamento médico e do apoio da família
Júri considerou agravantes como crueldade, dificuldade de defesa da vítima e o fato de ela ser mãe de uma criança menor de 12 anos
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Homem de aproximadamente 50 anos foi resgatado pelos bombeiros e passou por cirurgia no tórax; ele ainda deve ser submetido a outros procedimentos
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Um homem foi condenado a 36 anos de prisão pelo feminicídio da companheira, em Itu. A decisão saiu na quarta-feira (2), após o julgamento no Tribunal do Júri da cidade. O crime aconteceu em 2025, no bairro São Luiz.
Segundo a sentença, a vítima morreu após sofrer intensas agressões físicas. O Ministério Público apontou que o crime ocorreu em um contexto de violência doméstica e familiar.
Durante o julgamento, os jurados consideraram o réu responsável pelo feminicídio e reconheceram três agravantes: o uso de meio cruel, a dificuldade de defesa da vítima e o fato de ela ser mãe de uma criança menor de 12 anos.
Além disso, o juiz levou em conta a intensidade das agressões e o histórico de medidas protetivas contra o condenado. Com isso, a pena-base, inicialmente fixada em 24 anos, chegou a 36 anos de reclusão após os aumentos previstos na sentença.
O homem deverá cumprir a pena inicialmente em regime fechado. A Justiça também negou o direito de ele recorrer em liberdade e determinou a permanência na prisão.
A mulher, de 45 anos, foi encontrada gravemente ferida dentro da própria casa, na Rua Maria Inês Pasti Pedroso, no bairro São Luiz, na noite do dia 19 de julho de 2025.
Na época, moradores relataram ter ouvido gritos e visto o então companheiro da vítima deixando o imóvel. Uma vizinha encontrou a mulher desacordada e acionou o socorro.
O Corpo de Bombeiros levou a vítima para a Santa Casa de Itu. De acordo com o hospital, ela chegou à unidade após sofrer uma parada cardiorrespiratória e apresentava graves sinais de espancamento. Apesar do atendimento, não resistiu aos ferimentos.
O suspeito foi preso ainda em julho de 2025, depois de ser localizado escondido em Itu.
O caso foi registrado inicialmente como feminicídio e passou a ser investigado pela Polícia Civil. Agora, mais de um ano depois do crime, a Justiça condenou o acusado a 36 anos de prisão.
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