A Prefeitura recebia recursos do Estado e administrava o transporte de estudantes da rede estadual, mas o contrato foi rescindido em 12 de maio
Suspeito, que está preso preventivamente, indicou aos investigadores o local onde estavam partes do corpo que ainda não haviam sido encontradas
Imagens cedidas: Polícia Civil
A Prefeitura recebia recursos do Estado e administrava o transporte de estudantes da rede estadual, mas o contrato foi rescindido em 12 de maio
Crimes em estruturas de captação e tratamento prejudicam o funcionamento dos sistemas e afetam a rotina dos moradores
Quatro em cada dez vagas foram perdidas neste ano; espera pelo procedimento pode chegar a dois meses
Colombiano está em Ibagué e conta que deixou a casa com familiares após receber alerta no celular sobre o tremor de magnitude 7,4
Continua após anúncio
A Polícia Civil encontrou, na última sexta-feira (7), partes do corpo de Esther, haitiana de 39 anos, vítima de feminicídio em Votorantim. As buscas ocorreram em uma área de mata de difícil acesso depois que o principal suspeito do crime, preso preventivamente, indicou aos investigadores o local onde estavam os restos mortais que ainda não haviam sido localizados.
O homem, identificado como Anglade Charles, de 36 anos, foi levado do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarulhos até Sorocaba. Acompanhado por equipes da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC), ele apontou a área onde, segundo a investigação, estavam a cabeça e as mãos da vítima.
Os policiais passaram horas realizando buscas no local. A partir das informações fornecidas pelo investigado, as equipes conseguiram localizar as partes do corpo. Depois da localização, a Polícia Civil acionou a perícia criminal e o serviço responsável pela remoção. Os profissionais realizaram os procedimentos técnicos necessários para preservar elementos que podem ajudar na investigação.
De acordo com as informações divulgadas em coletiva de imprensa, na última terça-feira (4), Anglade Charles foi localizado no Suriname e preso no dia 1º de agosto. O caso veio à tona em março, depois que Esther desapareceu e a Polícia Civil encontrou vestígios que levaram os investigadores a suspeitar de feminicídio.
Durante as primeiras diligências, os policiais encontraram sinais de sangue na casa onde a vítima morava e localizaram partes do corpo em uma área de mata nos fundos do imóvel, no Jardim Tatiana.
A investigação apontou o ex-companheiro como principal suspeito. Segundo a Polícia Civil, os dois estavam separados e o homem não aceitava o fim do relacionamento. Testemunhas também relataram discussões frequentes, além de episódios de agressões e ameaças. Esther tinha uma medida protetiva contra ele.
Após deixar o Brasil, Charles foi localizado no Suriname com o auxílio do intercâmbio de informações entre a Polícia Civil, a Polícia Federal e as autoridades daquele país. O nome dele havia sido incluído na lista vermelha da Interpol.
O suspeito acabou deportado e retornou ao Brasil. Após passar por audiência de custódia, permaneceu preso preventivamente no CDP de Guarulhos.
Em março, Esther foi enterrada no Cemitério Municipal de Votorantim sem a realização de velório. Na época, a perícia ainda não havia localizado todas as partes do corpo, o que impediu a preparação para a despedida da família.
Com a localização das partes que estavam desaparecidas, a Polícia Civil avançou nas diligências para esclarecer completamente o crime. Charles permanece preso e deve responder por feminicídio e ocultação de cadáver.
Após concluir os trabalhos na área de mata, as equipes retornaram à sede da DEIC. O investigado foi reconduzido ao CDP de Guarulhos, onde continua à disposição da Justiça.
Veja mais notícias no nosso Instagram.
Siga nosso canal para receber as notícias no seu WhatsApp.
Envie sugestão de reportagem pelo WhatsApp do Jornalismo.
Notícias recentes.
Crimes em estruturas de captação e tratamento prejudicam o funcionamento dos sistemas e afetam a rotina dos moradores
Veículo foi levado enquanto equipe atendia uma ocorrência; motorista sofreu uma escoriação durante a confusão
Crianças de 2 e 3 anos foram encaminhadas para acolhimento institucional
Carga tinha 90 potes de palmito em diferentes formas de processamento e será periciada para identificar as espécies
Consulta confirmou mandado de prisão válido até 2030
Receba notícias no seu celular
0 comentários