As equipes avaliaram as condições de aproximadamente 250 animais
Doença foi registrada em um felino na Vila Arens; cidade não tinha casos em animais domésticos desde 1983
As equipes avaliaram as condições de aproximadamente 250 animais
As causas do acidente serão investigadas.
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Ação cumpriu 15 mandados de busca e faz parte de uma investigação sobre tráfico de drogas iniciada há mais de um ano
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A Vigilância em Saúde Ambiental (VISAM), órgão da Secretaria Municipal de Promoção da Saúde de Jundiaí, confirmou nesta terça-feira (4) um caso de raiva em um gato no município. Este é o primeiro registro da doença em um animal doméstico na cidade desde 1983. O diagnóstico foi confirmado por análise laboratorial realizada pelo Centro de Controle de Zoonoses da cidade de São Paulo, referência estadual no diagnóstico da raiva.
O animal, encontrado em situação de possível abandono na região da Vila Arens, foi recolhido por um morador e, inicialmente, apresentava boas condições. No dia seguinte, porém, passou a demonstrar sintomas neurológicos compatíveis com a doença. Encaminhado a uma clínica veterinária, o caso foi notificado à VISAM, o que possibilitou a investigação e a confirmação do diagnóstico.
“Graças à atuação responsável da clínica, que comunicou o caso em tempo oportuno, foi possível avançar rapidamente no diagnóstico e já iniciar as ações de controle previstas pelo Programa de Vigilância da Raiva”, explica o coordenador da VISAM, o médico-veterinário Luis Gustavo Grijota Nascimento.
Mesmo com o último caso em animal doméstico registrado há mais de quatro décadas, Jundiaí mantém vigilância ativa contra a doença. Em 2025, cinco morcegos com diagnóstico positivo para raiva foram identificados no município, com todas as medidas sanitárias aplicadas conforme os protocolos de saúde pública.
Após a confirmação do caso do felino, uma força-tarefa foi mobilizada nesta quarta-feira (5) para o mapeamento da área onde o animal foi encontrado. O objetivo é identificar a população de cães e gatos residentes, avaliar a cobertura vacinal e realizar ações de bloqueio, incluindo a vacinação de animais na região. A operação conta com o apoio do Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) e do Instituto Pasteur, que fornecerão doses adicionais de vacina.
A VISAM mantém um posto fixo de vacinação antirrábica gratuito durante todo o ano, destinado a cães e gatos a partir dos três meses de idade. Tutores interessados devem entrar em contato com a unidade para orientações e agendamento. “É fundamental lembrar que a vacina antirrábica é a forma mais eficaz de prevenção. A proteção dos animais é também uma proteção coletiva, que envolve toda a comunidade”, reforça o coordenador da VISAM.
A Secretaria Municipal de Promoção da Saúde orienta que os tutores mantenham a vacinação dos animais em dia e, ao encontrarem animais silvestres debilitados ou com comportamento anormal, acionem imediatamente a VISAM, evitando qualquer contato direto.
Sobre a doença
A raiva é uma doença viral grave, que pode ser transmitida aos humanos pela saliva de animais infectados, por meio de mordidas, arranhaduras ou lambeduras em ferimentos. Em caso de exposição, recomenda-se lavar o local atingido com água corrente e sabão por, no mínimo, quinze minutos e procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Clínica da Família para avaliação e tratamento preventivo.
Todo acidente envolvendo mamíferos — como cães, gatos, morcegos ou outros animais silvestres — deve ser notificado à Vigilância Epidemiológica. Cães e gatos agressores devem ser observados por dez dias pela VISAM, e qualquer mudança de comportamento, desaparecimento ou morte do animal durante esse período deve ser comunicada imediatamente.
Ao encontrar mamíferos silvestres doentes, mortos ou com comportamento anormal, a recomendação é não tocar, não recolher e não tentar eliminar o animal. A população deve acionar a VISAM, que enviará equipe especializada para a avaliação e adoção das medidas adequadas.
O golpe do falso advogado mostra como fraudes modernas combinam informação pública legítima com técnicas de persuasão digital para enganar vítimas. A OAB alerta que a prevenção é tarefa coletiva: tanto os cidadãos quanto os advogados devem estar vigilantes. Reclamações crescentes reforçam que o problema não é pontual, mas nacional. Quem tiver dúvidas ou for contatado dessa forma deve proceder com cautela e confirmar tudo antes de qualquer pagamento.
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