Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
Operação Hammaré mira grupo responsável por furtos em Itapetininga, Tatuí e Jundiaí e que movimentou R$ 70 milhões.
Foto: divulgação Polícia Federal
Quadro destaca a chegada de uma nova picape híbrida, o crescimento do antigomobilismo em São Paulo e a volta de um dos cupês esportivos mais tradicionais ao Brasil.
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Caso ocorreu em abril após assalto em farmácia
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A Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco-SP) deflagraram, na manhã desta segunda-feira (24), a Operação Hammaré, com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em roubo de cargas, desmanche e lavagem de dinheiro. O grupo, que movimentou R$ 70 milhões, atuava em diversos estados, mas tinha forte presença na região de Sorocaba, com crimes registrados em Itapetininga, Tatuí e Jundiaí.
Crimes na região de Sorocaba:
Itapetininga – 10/02/2023
Jundiaí – 18/10/2023 e 07/12/2023
Tatuí – 03/04/2024
Ao todo, 210 policiais cumprem 17 mandados de prisão temporária e 24 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Paraná, Rondônia e Rio Grande do Sul.
Como a quadrilha agia?
A investigação começou em 2023, após um roubo em Cajamar (SP), e revelou que a organização criminosa operava em três frentes:
Roubo – rendiam motoristas, muitas vezes quebrando os vidros dos caminhões com martelos
Desmanche – desmontavam os veículos para revenda de peças
Receptação – revendiam motores e componentes roubados por meio de empresas de fachada
Com o dinheiro obtido ilegalmente, os líderes ostentavam um estilo de vida luxuoso, adquirindo Ferrari, Lamborghini, lanchas, jet skis e imóveis de alto padrão.
Megaoperação e prisões anteriores
A organização criminosa já era alvo de investigações desde 2021. Prisões foram realizadas nas operações Aboiz (2023) e Cacaria (2024), cujas provas ajudaram a identificar os líderes e financiadores do esquema.
Por que “Operação Hammaré”?
O nome faz referência ao martelo, ferramenta usada pelos criminosos para quebrar os vidros dos caminhões e render motoristas. Além disso, a quadrilha tinha especialização em roubo de caminhões de marcas suecas.
As investigações continuam para capturar outros envolvidos e encerrar de vez os crimes na região de Sorocaba.
Caso ocorreu em abril após assalto em farmácia
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Abordagem ocorreu após denúncias de venda de entorpecentes em frente a um residencial no bairro Santa Laura
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