Colisão na região central envolveu sete pessoas na madrugada deste domingo (19); dois ocupantes sofreram ferimentos leves
Desde janeiro, a Visam, vinculada à Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), realizou cerca de 123 mil ações.
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A dengue não acabou. Basta um recipiente com água parada para o mosquito Aedes aegypti se proliferar e Jundiaí já registrou mais de 22,7 mil este ano. Por conta disso é que o trabalho dos agentes da Vigilância em Saúde Ambiental (Visam) continua em toda a cidade.
Desde janeiro, a Visam, vinculada à Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), realizou cerca de 123 mil ações. Foram mais de 83,4 mil imóveis visitados para a verificação de possíveis criadouros do mosquito e orientação à população; em torno de 37,5 investigações epidemiológicas de casos suspeitos de dengue; e aproximadamente 2,2 mil vistorias motivadas por meio do canal 156. Também de maneira rotineira, foram promovidas atividades educacionais, além da vigilância aos pontos estratégicos, como cemitérios, ferros-velhos, borracharias e floriculturas, e divulgações na mídia para conscientização dos munícipes.
Jundiaí teve, neste ano, o pior cenário, com número expressivo de casos e o registro de 16 óbitos. Como é sabido, as chuvas e as temperaturas acima de 24 graus favorecem a reprodução do mosquito, sendo fundamental a eliminação das estruturas que possam acumular água. A dengue e as demais arboviroses – zika e chikungunya – são doenças preveníveis, por isso, não podemos baixar a guarda. O momento é esse, pois os criadouros estão com água.
Em Jundiaí, levantamento realizado em outubro aponta que 90 % dos criadouros do Aedes aegypti continuam nos quintais, e o prato de vaso é o principal deles, seguido por inservíveis como lata, lona, garrafas e lixos. Já os bairros Jardim Tamoio, Santa Gertrudes, Jardim do Lago, Ivoturucaia, Vila Rami, Agapeama, Jardim Tulipas, Vila Hortolândia, Vila Ruy Barbosa e Vila Nambi continuam sendo os de riscos para novos casos de dengue.
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