Ação conjunta das polícias de São Paulo e Rio de Janeiro investiga grupo suspeito de desviar e vender ilegalmente medicamentos de alto custo
A Polícia Federal realizou uma operação de combate a fraudes bancárias eletrônicas nesta terça-feira (28).
Ação conjunta das polícias de São Paulo e Rio de Janeiro investiga grupo suspeito de desviar e vender ilegalmente medicamentos de alto custo
Suspeito descumpria medida protetiva, invadiu a residência da ex-companheira e deixou um familiar da vítima ferido
Acidente interditou faixas e o acostamento no sentido interior. Uma pessoa ficou com ferimentos moderados
Investigado foi localizado em Sorocaba após ocorrência registrada em Votorantim; Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva.
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A Polícia Federal realizou uma operação de combate a fraudes bancárias eletrônicas nesta terça-feira (28). Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em Sorocaba. O prejuízo à Caixa Econômica Federal foi avaliado em 110 mil reais.
Documentos, celulares, cartões e equipamentos eletrônicos foram apreendidos pelos policiais federais. Além do mando de busca e apreensão cumprido em Sorocaba, foram cumpridos outros seis: 1 em Santo André, 4 em São Bernardo do Campo e 1 em Florianópolis, Santa Catarina.
O objetivo foi desarticular a atuação de uma associação criminosa que pratica fraudes bancárias eletrônicas que causaram o prejuízo à instituição bancária.
As investigações começaram na delegacia da Polícia Federal em São José dos Campos com base em informações fornecidas pela coordenação de repressão a fraudes bancárias da Polícia Federal, unidade que fica em Brasília especializada em combater esse tipo de crime num esforço conjunto da Polícia Federal com a Polícia Civil e as instituições bancárias.
O trabalho investigativo apontou que o esquema criminoso era totalmente digital com a invasão do sistema de segurança da Caixa e a transferência de valores indevidos para contas de terceiros sem autorização. Havia ainda o uso de boletos falsos para pagamentos. Ao menos 21 contas tiveram valores retirados que foram distribuídos em 29 contas beneficiárias em 10 estados brasileiros.
Por meio de nota, a Caixa Econômica Federal informou que atua conjuntamente com a Polícia Federal e demais órgãos de segurança pública na identificação de casos suspeitos e na prevenção de fraudes. Disse que os detalhes são sigilosos e repassados apenas à polícia para não prejudicar as investigações. O banco ressaltou que aperfeiçoa constantemente os critérios de segurança e adota procedimentos para a proteção dos dados e operações dos clientes. Os envolvidos no esquema fraudulento podem responder pelos crimes de associação criminosa e furto qualificado mediante fraude, com penas que podem somar mais de 10 anos de prisão.
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