Policiais localizaram o homem durante patrulhamento no Jardim Tamoio
A Polícia Civil de Itapeva deflagrou na manhã desta quinta-feira (25) uma operação para combater a venda de produtos falsificados. Três comércios da cidade foram identificados como suspeitos de comercializarem mercadorias de marcas famosas sem autorização.
Imagem cedida: Polícia Civil
Policiais localizaram o homem durante patrulhamento no Jardim Tamoio
Após a apreensão das armas e munições, os policiais levaram o investigado para a Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) de Itapetininga.
Colisão aconteceu no km 71, no sentido interior
Imagens de drone mostram veículo da Polícia Militar dentro de uma propriedade no bairro Campo Largo em diferentes datas
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A Polícia Civil de Itapeva deflagrou na manhã desta quinta-feira (25) uma operação para combater a venda de produtos falsificados. Três comércios da cidade foram identificados como suspeitos de comercializarem mercadorias de marcas famosas sem autorização.
Em dois dos endereços, os policiais, com o auxílio de representantes das marcas, encontraram dezenas de pares de tênis falsificados. As réplicas eram de diversas marcas famosas e foram apreendidas pela polícia.
Em um terceiro comércio, a operação resultou na apreensão de roupas falsificadas. As peças também eram de marcas conhecidas e foram apreendidas pelas autoridades.
Toda a mercadoria apreendida foi levada à delegacia da Polícia Civil. Os representantes dos comércios foram conduzidos para prestarem depoimento sobre a origem dos produtos e as condições de venda. Ninguém foi preso até o momento.
Policiais localizaram o homem durante patrulhamento no Jardim Tamoio
Após a apreensão das armas e munições, os policiais levaram o investigado para a Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) de Itapetininga.
Imagens de drone mostram veículo da Polícia Militar dentro de uma propriedade no bairro Campo Largo em diferentes datas
Ação também encontrou drogas, munições, equipamentos e objetos que podem estar ligados a crimes patrimoniais
Júri considerou agravantes como crueldade, dificuldade de defesa da vítima e o fato de ela ser mãe de uma criança menor de 12 anos
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