Crime ocorreu nas proximidades da Estação Ferroviária
Nesta terça-feira (03), uma votação na assembleia do Sindicato dos Metroviários vai decidir se a greve dos trabalhadores da CPTM continua ou não.
Crime ocorreu nas proximidades da Estação Ferroviária
Vítimas foram liberadas pelos assaltantes já em São Paulo
Polícia Militar Ambiental utiliza drones e imagens de satélite para mapear áreas de risco e reduzir o tempo de resposta
Competição dá vaga para o campeonato nacional
Continua após anúncio
Nesta terça-feira (03), uma votação na assembleia do Sindicato dos Metroviários vai decidir se a greve dos trabalhadores da CPTM continua ou não. A paralisação começou à meia noite de hoje e os moradores de Jundiaí e das cidades vizinhas, como Várzea paulista e Campo Limpo Paulista, que utilizam a linha 7 RUBI da CPTM, estão sendo prejudicados, já que a estação de trem ficou fechada durante o dia todo.
Essa paralisação está acontecendo, segundo o sindicato, por conta das afirmações do governando Tarcísio de Freitas sobre a intenção de privatizar os serviços do transporte sobre trilhos, além da Sabesp. Com a privatização, os funcionários temem desemprego, além da piora do serviço.
O governador se pronunciou e disse que a greve é ilegal e abusiva, já que os sindicatos não respeitaram a decisão da justiça. Na tarde de hoje, o Tribunal Regional do Trabalho determinou que cada um dos três sindicatos que representam os trabalhadores da CPTM seja responsável pelo pagamento de 500 mil reais por conta do descumprimento que estabelecia que a empresa operasse com 100% da sua capacidade no horário de pico.
A Sabesp, que abastece pelo menos 15 cidades da nossa região, informou que o abastecimento, tratamento e coleta continuaram normalmente. Apenas o atendimento ao público foi prejudicado.
Crime ocorreu nas proximidades da Estação Ferroviária
Vítimas foram liberadas pelos assaltantes já em São Paulo
Tráfego é reflexo de obras na altura do km 63
Cidades registraram quedas de árvores e muros, alagamentos e deslizamento de terra nesta quinta (15) e sexta-feira (16)
Decisão atende a pedido do Ministério Público Federal e aponta falta de consulta à comunidade quilombola e questionamentos sobre estudos ambientais
Receba notícias no seu celular
0 comentários