Equipamentos estavam em funcionamento nos fundos do estabelecimento e eram acessíveis ao público; caso foi registrado como jogo de azar.
A primeira audiência do caso do sargento da Polícia Militar, que é acusado de matar dois colegas em Salto foi realizada nesta quinta-feira (29). Essa é a primeira de quatro etapas do julgamento. Quatro testemunhas foram ouvidas em quase duas horas de audiência. O réu acompanhou tudo com o advogado, mas ainda não foi ouvido.
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Equipamentos estavam em funcionamento nos fundos do estabelecimento e eram acessíveis ao público; caso foi registrado como jogo de azar.
Acidente aconteceu na tarde de sábado (18), no km 69 da rodovia. Vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
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A primeira audiência do caso do sargento da Polícia Militar, que é acusado de matar dois colegas em Salto foi realizada nesta quinta-feira (29). Essa é a primeira de quatro etapas do julgamento. Quatro testemunhas foram ouvidas em quase duas horas de audiência. O réu acompanhou tudo com o advogado, mas ainda não foi ouvido.
A audiência começou por volta das 15 horas. Tudo foi realizado de maneira virtual, já que o réu, sargento Claudio Henrique Gouveia, de 53 anos, está no Presídio Militar Romão Gomes, na capital paulista. Por indicação do Ministério Público, nesta primeira fase foram ouvidas as testemunhas que estavam no quartel.
O sargento está respondendo por duplo homicídio duplamente qualificado por motivo fútil. Como o crime foi contra dois policiais militares, ele irá responder pela pena mínima dos dois crimes, que é de 24 anos de reclusão, podendo chegar a 60 anos. Além disso, ele pode perder o direito de exercer a profissão.
O crime foi em 15 de maio, no Batalhão da Polícia Militar de Salto. De acordo com o relato de testemunhas, o sargento entrou no local armado de um fuzil e pediu para que todos saíssem. Ele se trancou em uma sala e atirou contra o sargento Roberto da Silva e o capitão Josias Justi, comandante da PM na cidade. As duas vítimas foram atendidas pelos bombeiros, mas não resistiram aos disparos. Logo em seguida, o atirador se entregou aos colegas. A ação teria sido motivada pela insatisfação do réu em relação à alteração de escala de serviço.
Com o final da audiência, agora o réu tem cinco dias para apresentar o rol de testemunhas.
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